Rússia e Arábia Saúdita tencionam aumentar cotas de petróleo

De acordo com informações do jornal Uol, a Rússia e o Reino da Arábia Saudita tentarão convencer seus sócios pretoleiros a aumentar as cotas na produção de petróleo em uma reunião que acontecera está semana, em Viena. Ainda de acordo com o portal de notícias, a decisão não tem consenso, pois desde 2016, os países membros da Opep – Organização de Países Exportadores de Petróleo, possuem um acordo que limita a produção do minério, justamente para sanar conflitos e evitar futuras desavenças.

Desde que o acordo da Opep foi firmado, os preços ficaram em alta, tanto que a previsão é que neste segundo semestre haja uma superação dos 70 dólares do baril, comparado aos 30 dólares que estavam cotados no início de 2016.

Entretanto, a reunião esta prevista pois, mesmo com esta ‘maré boa’, houveram sanções econômicas contra o Irã e uma queda brusca na produção da Venezuela, fazendo com que as duas maiores produtoras do acordo queiram aumentar sua cota: a Rússia e a Arábia Saudita. Questões como estas que serão discutidas nas reuniões prevoistas para esta sexta-feira e sábado em Viena.

No entanto, inúmeros países são contrários a esta tentativa, dentre eles o Irã. Por uma perspectiva, os iranianos podem sofrer novas sanções dos Estados Unidos e por conta desta ameaça, o país não está expandindo sua produção e aumentando seus lucros. Porém, se olharmos de uma segundo perspectiva, esta contenção pode fazer com que os preços caiam de maneira drástica, o que prejudicará o país de qualquer maneira.

Ainda em relação a produção de petróleo e sobre este impasse, a ATE – Agência Internacional de Energia, salientou que apenas alguns países, como o Reino, a Rússia, o Kuwait e outros conseguem aumentar sua produção de uma maneira segura.

Porém, mesmo com todas estas perspectivas, certos países, como o Irã e a Venezuela, optam por preços altos, para assim, vender produções determinadas e limitadas de petróleo. Entretanto, a própria organização de energia alertou sobre a queda de produção nos países que insistem em manter uma posição de resistência ao diálogo.