Instagram lança serviço de vídeos longos de olho nos criadores de conteúdo

Chamado de IGTV, Instagram lança aplicativo para exibição de videos longos de até uma hora enquanto o antigo serviço de apenas 1 minuto de vídeo era permitido. Com este novo serviço a rede Instagram pretende adquirir espectadores da TV tradicional e também os criadores de conteúdo de outras redes como o Youtube.

“Hoje ainda vemos vídeos no formato da TV, o que nos faz ter que virar o celular. É época do vídeo avançar e evoluir”, afirma Kevin Systrom, um dos fundadores do Instagram e atual presidente-executivo.

O Instagran nasceu como um rede social voltada para fotos, vê no lançamento do aplicativo IGTV sua maior aposta até então. “A gente conseguiu evoluir o produto para não ser algo super específico”, disse o brasileiro Mike Krieger que é diretor de engenharia do aplicativo.

Os criadores de conteúdo podem optar por resoluções de vídeo de até 4k, porem os desenvolvedores continuam a estimular a gravação na vertical como é feito com os videos pequenos de 1 minuto devido ao costume dos usuários ao segurar seu smartphone, inclusive fez até uma brincadeira durando a apresentação mostrando um TV exibindo imagens na vertical, o aparelho de tv começou a girar para que a imagem na vertical se encaixasse. O IGTV é conteúdo de usuário e não pago.” É importante diferenciar isso, já que você pode ir a outros lugares e ver uma coisa mais produzida” como as feitas por “Netflix e HBO” afirma brasileiro.

Desenvolvedores do IGTV afirmam que de inicio não haverá monetização mas o assunto já está em pauta e pretendem ativar a monetização em breve“Anúncio não, para começar, mas é algo que vamos olhar”, diz. “Isso vai vir ao longo dos meses” diz Mike Krieger.

Com esta grande atualização , o Instagran pretende se tornar uma plataforma com várias interações diferentes podendo assim abranger um público maior.

Mais notícias sobre este lançamento aqui.

Rússia e Arábia Saúdita tencionam aumentar cotas de petróleo

De acordo com informações do jornal Uol, a Rússia e o Reino da Arábia Saudita tentarão convencer seus sócios pretoleiros a aumentar as cotas na produção de petróleo em uma reunião que acontecera está semana, em Viena. Ainda de acordo com o portal de notícias, a decisão não tem consenso, pois desde 2016, os países membros da Opep – Organização de Países Exportadores de Petróleo, possuem um acordo que limita a produção do minério, justamente para sanar conflitos e evitar futuras desavenças.

Desde que o acordo da Opep foi firmado, os preços ficaram em alta, tanto que a previsão é que neste segundo semestre haja uma superação dos 70 dólares do baril, comparado aos 30 dólares que estavam cotados no início de 2016.

Entretanto, a reunião esta prevista pois, mesmo com esta ‘maré boa’, houveram sanções econômicas contra o Irã e uma queda brusca na produção da Venezuela, fazendo com que as duas maiores produtoras do acordo queiram aumentar sua cota: a Rússia e a Arábia Saudita. Questões como estas que serão discutidas nas reuniões prevoistas para esta sexta-feira e sábado em Viena.

No entanto, inúmeros países são contrários a esta tentativa, dentre eles o Irã. Por uma perspectiva, os iranianos podem sofrer novas sanções dos Estados Unidos e por conta desta ameaça, o país não está expandindo sua produção e aumentando seus lucros. Porém, se olharmos de uma segundo perspectiva, esta contenção pode fazer com que os preços caiam de maneira drástica, o que prejudicará o país de qualquer maneira.

Ainda em relação a produção de petróleo e sobre este impasse, a ATE – Agência Internacional de Energia, salientou que apenas alguns países, como o Reino, a Rússia, o Kuwait e outros conseguem aumentar sua produção de uma maneira segura.

Porém, mesmo com todas estas perspectivas, certos países, como o Irã e a Venezuela, optam por preços altos, para assim, vender produções determinadas e limitadas de petróleo. Entretanto, a própria organização de energia alertou sobre a queda de produção nos países que insistem em manter uma posição de resistência ao diálogo.

Como o marketing pode se transformar mediante as culturas, festividades e épocas do ano

O marketing, a publicidade e a propaganda são estratégias que conseguem contornar a vontade do ser humano em realmente comprar e adquirir um certo produto. Para tal, é possível observar que durante épocas específicas do ano ou datas comemorativas, as marcas tendem a lançar produtos de edição limitada, ou mesmo, embalagens diferenciadas que podem seduzir o cliente pelo simples fato de apresentar uma nova roupagem, com outra embalagem que faça um link entre o tema de festividade e o produto em si. E por meio disso, novos produtos podem ser lançados, que dependendo da recepção por parte do público alvo, pode se manter como um padrão e se manter sob contínua produção e venda.

O Japão é um dos principais países do mundo que possui uma população majoritariamente curiosa em provar edições limitadas e produtos novos que são lançados no mercado. Por lá esse costume é tão grande, que há linhas de alimentos que são específicas por regiões, como é o caso do chocolate KitKat, em que há até 200 diferentes tipos de sabores diferentes, seja pela localização, época do ano, festividade ou qualquer outro motivo que propicie à empresa lançar uma nova leva de chocolates da marca. Pode-se encontrar sabores dos mais diversos e estranhos, dentre os quais têm-se: citrus golden blend, morango, maçã de Shinsu, edamame (soja verde), pera, batata-doce, pimenta japonesa, biscoito de canela, cheesecake de morago, cheese de mirtilo, matcha (chá verde em pó), hojicha (chá verde torrado), xarope de açúcar mascavo, sanduíche de anko (feijão vermelho) e até wasabi.

Em contrapartida ao que se observa no Japão, o Brasil ainda é um país muito avesso à novos produtos, pois há uma maior rejeição a sabores, essencias, embalagens e diferentes fatores que introduzam uma linha de produtos a uma marca já consolidada. Por sua vez, o chocolate KitKat no Brasil se encontra apenas em sabores que variem um pouco já tradicional, que é de chocolate ao leite, sendo: chocolate branco, amargo, sorvete de chocolate e barras de wafer. Dessa forma, o marketing, a publicidade e a propaganda têm fortes responsabilidades em desenvolver um modelo que gere uma gama de produtos ou design que vão atrair o público, apesar de não terem intenção primária em comprar.

Zezé Di Camargo foi o artista com mais aparições em comerciais em 2017

O cantor Zezé Di Camargo liderou o ranking das celebridades que mais apareceram em propagandas durante os intervalos da TV aberta em 2017. O ranking que leva em consideração o ano todo para realizar a comparação entre as aparições dos artistas, é feito pelo Controle de Concorrência, um tipo de indicador do mercado publicitário do Brasil.

O levantamento indicou que o cantor Zezé Di Camargo teve um total de 12.967 aparições durante os intervalos comerciais em propagandas dos anunciantes: Marabraz, Joli Material de Construção, Zaeli Alimentos e Vest Casa. O cantor saltou do 7º lugar no ranking de 2016 para o 1º lugar em 2017, posto em que foi ocupado por Marina Ruy Barbosa em 2016. Já nas edições de 2014 e 2015, o 1º lugar foi ocupado pela modelo e garota propaganda Gisele Bündchen.

O segundo lugar do ranking não poderia ser ocupado por ninguém menos que Luciano, o irmão do cantor Zezé. A vice-liderança foi alcançada por Luciano em 2017 graças as suas 11.397 aparições nos intervalos comerciais em que realizou propagandas da Vest Casa e da Marabraz.

A lista das dez celebridades com maior número de aparições em propagandas da TV aberta ainda continua com o apresentador do SBT, Celso Portiolli, que alcançou o 3º lugar. A cantora baiana Ivete Sangalo e o jogador de futebol Neymar também estrelaram o ranking de 2017. Mas a grande novidade foi a aparição da cantora Anitta no ranking, que alcançou pela primeira vez uma colocação no ranking.

Levando em consideração apenas o número de empresas que foram anunciadas, a liderança é passada para Neymar e para a cantora Ivete, sendo que cada um deles estrelaram em comerciais de 7 empresas diferentes. Em segundo lugar a cantora Anitta apareceu com um total de 6 empresas anunciadas por ela na TV aberta, informou o Controle de Concorrência de 2017.

Os dados coletados para o levantamento levou em consideração as emissoras Record, Rede Globo, Rede TV, SBT, e Bandeirantes, e analisou os comerciais exibidos durante o período que corresponde ao dia 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2017, somente na cidade de São Paulo.

Parceria irá beneficiar iniciativa de proteção às abelhas no Pará

O grau de importância que as abelhas apresentam ao meio ambiente e a sobrevivência dos seres humanos, faz parte do interesse dos produtores e consumidores brasileiros representados pela Senacon/MJ – Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública – e da UEM – Universidade Estadual de Maringá -, levando em conta a manutenção que as abelhas promovem a fauna, a flora natural e na preservação de alimentos para outras espécies.

A parceria foi firmada em Curitiba – Paraná, e foi assinada pela UEM no dia 29 de dezembro do ano passado. A parceria garante um convénio de R$ 221 mil reais para a realização de pesquisas desenvolvidas para a preservação das abelhas, e irá prezar pelas coletas de amostras das muitas variedades dos tipos de abelhas, principalmente as espécies que não possui ferrão e das plantas em que elas tendem a se concentrar. O tema será lecionado em sala de aula a fim de expandir o conhecimento sobre o assunto e conscientizar a população sobre os impactos negativos na redução das espécies de abelhas.

Estudos recentes apontam para a grande importância das abelhas na polinização de mais de 90% das espécies de frutos e flores, a chamada angiosperma, multiplicando as espécies sexuadas – que produzem suas próprias sementes. Para a agricultura, as abelhas aumentam a produção de alimentos com a polinização dos frutos, e atingem a casa dos 85% dos alimentos cultivados em todo o mundo que dependem desses agentes polinizadores.

O convênio faz parte dos compromissos agendados no projeto Senacon 2017/2018, que irá fazer a coleta de amostras de espécies de plantas que são alvo da polinização das abelhas sem ferrão que ainda vivem na região. O processo de coleta das abelhas será feito através de iscas próprias – não adesivas – somados ao uso de redes entomológicas especializadas, posicionadas nas regiões de cultivo.

O interesse da UEM no ramo de zoologia pode ser observado na conduta de preservação e manutenção da espécie, focada em desenvolver e aprimorar as técnicas através de estudos também conduzidos pela GPBee, o Grupo de Pesquisa que foca em trabalhos com as abelhas dentro da universidade.

Moedas virtuais ganham espaço entre os investidores com valorização do Bitcoin

Chamadas popularmente de altcoins, as criptomoedas começaram a ganhar espaço entre os investidores após a grande valorização de mais de 1.500% do Bitcoin em 2017. O Bitcoin, que alcançou um alto valor de negociação em 2017, vale atualmente algo em torno de R$ 47 mil, de acordo com a cotação do dia 16 de janeiro de 2018. Por ter tido uma valorização tão astronomica, as criptomoedas com valores inferiores começam a ganhar espaço com ótimas perspectivas de crescimento traçadas para o ano de 2018.

Atualmente, as opções de moedas virtuais contam com valores menores que vão de R$ 2,71 até R$ 4.274, no caso da Cardano e da Ethereum, respectivamente. As duas criptomoedas só conseguiram ter seus nomes divulgados entre os investidores graças a alta do Bitcoin.

Contudo, o Bitcoin não foi a única criptomoeda a ter uma super valorização em 2017, outras moedas virtuais apresentaram valorizações ainda maiores, como é o caso do Litecoin e da Monero, que valorizaram 6.100% e 2.840%, respectivamente, durante o ano de 2017.

Para investir nessas criptomoedas menos conhecidas, o investidor deve realizar o mesmo procedimento feito para o Bitcoin. Assim como as moedas físicas, para adquirir uma moeda estrangeira é preciso procurar uma casa de câmbio, que é uma agência que vende moedas. No caso das criptomoedas, essa agência é chamada de exchange, uma casa de câmbio especializada em moedas virtuais.

Após escolher uma exchange, o investidor precisará abrir uma conta para ter uma carteira virtual e depositar o valor desejado para ser convertido na moeda virtual escolhida previamente.

Essa modalidade de apostar em criptomoedas menos conhecidas é uma forma de investimento do designer Vinícius Passos, que tem atualmente dinheiro investido em outras três moedas virtuais. “Tenho capital investido na IOTA, EOS e na RaiBlocks. Estou tendo bons retornos em todas, principalmente na RaiBlocks (XRB), que já superou o retorno da Bitcoin”.

O designer conta que mesmo com um valor de mercado inferior ao Bitcoin, as outras criptomoedas apresentam uma alta valorização atualmente. Sendo assim, quanto mais dinheiro é investido, maior é o retorno. Já no caso do Bitcoin, o valor está tão alto que é preciso muito dinheiro para ter um retorno significativo.