Lobisomem recém-nascido? Finalmente esclarecido o grande mistério

Verdade ou farsa? Realidade ou ficção? Humano ou mutante? Uma série de imagens que circula na internet vem despertando a curiosidade de muita gente, levantando dúvidas e suscitando diversos rumores.

Trata-se de uma pequena e assustadora criatura, metade humana, metade lobo, com garras e dentes caninos, que teria sido encontrada na região de Pahang, oeste da Malásia. Os boatos e suposições começaram a percorrer o mundo todo, com a mesma velocidade em que as imagens foram compartilhadas. Algumas pessoas chegaram a até se impressionar, inclusive no Brasil.

No Facebook, por exemplo, as reações foram de estranhamento, pavor ou de ironia: “Deve ser a cruza de um homem com uma cadela, ou uma mulher com um cachorro!!! Rsrsrsrsrs [sic]” ou “Ta amarrado! Kkkkkkkkk [sic]”ou ainda “Isto é o capeta isso sim [sic]”.

Entretanto, ninguém precisa mais ficar apavorado ou ter pesadelos com a bizarra criatura. A estranha e “demoníaca” criança mutante não é o cruzamento de um humano com um lobo (ou um leão, ou um rato, ou qualquer outro animal). Não, não se trata de zoofilia. E também não é alguma aberração viva.

Tamanho rebuliço, tanto aqui quanto no exterior, fez com que a polícia local do país asiático investigasse a fundo o mistério da criança lobisomem e, finalmente, conseguisse esclarecer tudo. Segundo o Daily Mail, o governo da Malásia até fez um pronunciamento oficial sobre o assunto, para esclarecer tudo e colocar um fim a todas as dúvidas. Qual a conclusão, então?

A suposta criança mutante felina é, na verdade, um simples boneco de silicone. Nada mais do que isso. É uma obra de arte criada pela artista plástica Laira Maganuco, e a mesma foi quem postou a foto do “menino lobo”. O boneco, aliás, está à venda e pode ser comprado on-line. E aí, ficou interessado em adquirir ou levar para casa?

Tecnologia revolucionária é apresentada em uma conferência da UIST 2017

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Pessoas que estão habituadas a jogar com o Nintendo Wii já estão mais abertas para tecnologias inovadoras que focam o controle gestual. Mesmo com algumas divergências apresentadas no desenvolvimento desta tecnologia ao longo dos anos, um produto promete ser responsável por eliminar o estigma de que esta tecnologia não é proveitosa e criar uma harmonia perfeita com outras tecnologias disponíveis.

A tecnologia rotulada como “revolucionária” permite fazer qualquer objeto do cotidiano transformar-se em um controle remoto. Você terá acesso a sua TV utilizando somente sua mão e seus dedos por exemplo, trocar de canal com uma xícara de café ou aumentar o volume da TV utilizando sua guitarra.

“Nosso método permite uma experiência muito mais fácil de controle remoto, pois você pode mudar canais sem ter que deixar sua bebida de lado, ou mudar sua posição, seja relaxando no sofá ou parado na cozinha seguindo uma receita. Você poderá até mudar o canal com seu gato de estimação”. , diz Cristopher Clarke, PhD da Escola de Computação e Comunicações da Universidade de Lancater.

Os desenvolvedores desta tecnologia são da Universidade de Lancaster e a tecnologia leva o nome de “Matchpoint: Spontaneous spatial coupling of body movement for touchless pointing”, que após traduzido fica: (Matchpoint: acoplamento espacial espontâneo do movimento do corpo para apontar sem toque). Os pesquisadores e desenvolvedores desta tecnologia apresentarão dados completos em uma conferência em Quebec no Canadá, a UIST 2017, que acontecerá nos dias 22 e 25 de outubro. As técnicas utilizadas por essa forma inovadora de tecnologia permitem uma maior interação entre movimentos, mesmo que seja o movimento de um objeto, podendo o usuário monitorar o controle das funções de um aparelho de TV com telas desenvolvidas para isso.

“O acoplamento espacial espontâneo é uma nova abordagem para o controle de gestos que funciona combinando o movimento em vez de pedir ao computador que reconheça um objeto específico”, diz Clarke.

O que difere esta tecnologia de outras tecnologias semelhantes e que não tiveram sucesso, é que ela necessariamente não precisa interagir com membros e outras partes do corpo do usuário. O algoritmo envolvido nesta tecnologia tem o foco no movimento rotativo, sendo dispensável a calibração ou a predefinição de objetos e pessoas.

 

Conheça o Desafio Bonn e a iniciativa da Floresvale de Michel Terpins

 

O Desafio Bonn é um esforço internacional para a recuperação de áreas florestais. A ideia central é a restauração 150 milhões de hectares da paisagem natural desmatada ou degradada até 2020 e mais 200 milhões até o fim de 2030. Quem reporta é Michel Terpins, sócio da companhia de reflorestamento ambiental Floresvale. Saiba mais!

O Desafio Boon

Iniciado em 2011, o Desafio Boon tem esse nome devido a reunião acontecida na cidade alemã de Boon. Na ocasião os governos de diferentes países da América Latina também se comprometeram a reflorestar/ restaurar mais 20 milhões de hectares como parte da Iniciativa 20×20.

Há mais de 2 bilhões de hectares de áreas degradadas no mundo e que poderiam ser restauradas. Trata-se de uma extensão maior do que a área da América do Sul, localizadas principalmente em regiões de clima tropical e temperado.

Michel Terpins cita a fala de Bethanie Walder, diretora executiva da Society for Ecological Restoration, “investir na restauração ecológica faz sentido do ponto de vista econômico e também ecológico”. Segundo estimativas da WRI (World Resources Institute) já estão disponíveis US$ 1,15 bilhões para a iniciativa e pode trazer um retorno de US$ 23 bilhões nos próximos 50 anos.

Outro ponto positivo diz respeito a quantidade de CO2 transformada em O2 pelo reflorestamento proposto. Só o Desafio Boon pode gerar retirar quase cinco gigatoneladas de CO2 do ambiente, reporta Michel Terpins.

O conceito de restauração ecológica

De acordo com a Sociedade para a Restauração Ecológica, a restauração é o conjunto de ações visando a recuperação de um ecossistema degradado, danificado ou destruído, com objetivo de devolver suas condições naturais, incluindo o contexto das mudanças climáticas.

A restauração ecológica mostrou-se fundamental para reverter a perda da biodiversidade. Por isso iniciativas e acordos como as Metas Aichi da Convenção sobre a Diversidade Biológica são tão importantes. Elas exigem a restauração ecológica também como uma alternativa para assegurar recursos básicos como água e comida para a população.

O papel do Brasil

O Brasil também faz parte da iniciativa, com uma contribuição voluntária no sentido de reflorestar, restaurar e viabilizar a regeneração natural de 12 milhões de hectares até o fim de 2030. Além disso, também se comprometeu a recuperar 5 milhões de hectares de pastagens degradadas até o fim de 2020.

Michel Terpins também destaca o argumento de Rachel Biderman Diretora Executiva da WRI Brasil: “restaurar 12 milhões de hectares de terras florestais […] são um caminho para o Brasil alcançar grandes reduções nas emissões para o Acordo de Clima de Paris”. Em outras palavras, revitalizar essas áreas irá ajudar a atenuar os resultados das mudanças climáticas.

A Floresvale

A empresa de Michel Terpins nasceu em 2009 e seu ramo de atuação é o manejo de florestas de eucalipto para áreas de reflorestamento como a serraria no Vale do Paraíba, entre os estados de Minas Gerais São Paulo e Rio de Janeiro.

Atualmente é a maior companhia de base florestal focada em madeira sólida de eucalipto. A Floresvale já desenvolveu um polo madeireiro sustentável, composto de mais de 4.000 hectares de florestas manejadas. O que gera empregos e condições interessantes para a região, bem como seu potencial florestal.

 

 

 

 

Técnico diz que Brasil não cuida do futebol de base

Neymar Junior já possui 25 anos e apesar de ainda ser jovem não da para dizer mais que ele está em inicio de carreira. Muitos se questionam quando irá aparecer um novo jogador que ira para substituir o status de “iniciante promissor”. No Brasil, sempre tivemos a sensação de existir uma corrida de bastão, onde o craque da geração anterior passava o bastão para a nova promessa do esporte. Foi assim com Romário, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Kaka, e muitos outros. Nesse bastão consiste a responsabilidade de dar orgulho pra seleção mostrando clássico futebol arte e a promessa de vitórias.

No entanto, será que a base do futebol brasileira esta se preparando adequadamente para fornecer essa nova geração de atletas? Segundo o técnico Rogério Micale, que não se classificou para o mundial com a seleção sub-20, essa resposta é não.

O treinador declarou que não existe um planejamento muito bem definido, não existe um norte para trabalhar os novos talentos. Rogério afirmou que no Brasil tudo acorre de forma aleatória, dando a entender que o surgimento de novos atletas esta condicionado mais ao fator sorte do que uma estrutura de base que investe nesses jovens.

Erasmo Damiani, que era o coordenador de base, foi demitido no segundo mês de 2017 pela CBF. A instituição prevê contratar outro coordenador de base apenas em 2018. Damniani diz lamentar que futebol brasileiro esta ficando 1 ano sem alguém para se cuidar da base.

Provisoriamente Edu Gaspar acompanha a base brasileira e o seu trabalho é criticado pelo Damiani. “O Edu nunca acompanhou a base. Em sete meses lá, disse que a gente (ele e Micale) não servia. Tudo bem, não servíamos, mas aí não entra ninguém? Que tipo de embasamento é esse?”. Erasmo ainda questiona a forma de gestão em vigência.

Edu Gaspas respondeu divulgando uma nota. “Podemos falar de projeção futura também, mas preferimos pensar em ciclos, assim como pensamos o planejamento da Seleção principal. É uma metodologia que dá resultado. Hoje, o que temos de concreto é o Mundial Sub-17 (outubro) e o Sul-Americano Sub-15 (novembro)“, afirma.

De acordo com Rogerio Micale, o futebol brasileiro segue no improviso e ainda esta na dependência do menino que cresce jogando futebol no asfalto, no entanto ele afirmou que até isso esta se desgastando, pois as crianças atualmente possuem mais opções de entretenimento.

 

Filme ‘Uma Linda Mulher’ vai se tornar musical na Broadway

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O filme Uma Linda Mulher foi um dos grandes clássicos da década de 90, responsável por marcar toda uma geração e consagrar a atriz Julia Roberts, que chegou a receber uma indicação ao Oscar pela sua atuação no longa. Agora,  pouco mais de vinte e cinco anos após a estreia do filme nos cinemas,  foi divulgada a notícia de que um musical da Broadway está sendo produzido sobre a história.

Segundo a revista norte-americana Variety, o filme irá se transformar em um musical da Broadway no ano de 2018, e o elenco da produção já foi escolhido, incluindo a protagonista, que será interpretada pela atriz Samantha Banks, conhecida por seus papéis em outras produções da Broadway como ‘Os Miseráveis’.

Para os fãs do filme, uma boa notícia é que toda a trilha sonora da peça será liderada pelo música Bryan Adams, assim como aconteceu no filme de 1990. O diretor do longa, Garry Marshall, também estará envolvido no projeto, de acordo com as fontes ouvidas pela revista, como parte da equipe criativa do musical.

O diretor da peça, por sua vez, será o consagrado Jerry Mitchel, que já venceu o Tony Awards, a maior premiação do teatro mundial. Em comunicado a revista Variety, Mitchel destacou que desde a primeira vez em que assistiu ao filme ‘Uma Linda Mulher’, ele já havia identificado o grande potencial da história em se tornar um musical, devido a mensagem clássica e romântica da trama.

A história retratada no longa e que será recriada na peça, é sobre um magnata que ao conhecer uma prostituta na Hollywood Boulevard, decide contratá-la como acompanhante por uma semana. Durante esse período, ela passa por uma grande transformação, se tornando uma mulher mais elegante e refinada, o que por sua vez, acaba modificando os termos do relacionamento entre os protagonistas.

Ainda segundo a revista, o musical irá ter uma temporada de testes na cidade de Chicago, no Oriental Theater, antes de estrear de forma definitiva na Broadway. No geral, espera-se que a história seja bastante fiel ao filme, mas fontes especulam que a experiência profissional da protagonista será minimizada, para que o musical também possa receber o público jovem.

 

Ministérios estudam mudanças no Fies que estarão em vigor em 2018

O Fies – Fundo de Financiamento Estudantil, irá passar pelo chamado CG-Fies – Comitê Gestor do Fies, com o objetivo de modificar, estabelecer e formular todas as novas políticas que envolvem a forma, o tempo, os valores e o público sujeitos ao financiamento.

A previsão é de que uma nova sistemática inclua três novas modalidades do programa de financiamentos. O anúncio oficial foi feito pelo MEC – Ministério da Educação, e foi lançado no Diário Oficial da União no dia 20 de setembro de 2017.

Esse comitê terá a missão de estabelecer como será a partir de 2018 as regras de cada modalidade do Fies, como será estabelecido os parâmetros para o financiamento, quais serão os devidos requisitos para aderir ao programa, quais serão as instituições de ensino no país que farão parte do programa e o limite liberado de crédito.

O comitê é abrangente para que todos esses pontos não entrem em divergência com outros ministérios, portanto, os ministérios da Educação, do Planejamento, Casa Civil e da Fazenda, irão compor os membros do comitê para fazer uma análise fidedigna dos novos propósitos estabelecidos.

Outros especialistas também participaram dessas questões e poderão estar presentes na reunião, porém, sem direito a um voto eletivo. Segundo Felipe Sartori Sigollo, secretário-executivo adjunto do Ministério da Educação, diz que o esperado é que aconteça um fortalecimento de todas as questões que envolvem o Fies no Brasil.

“Para não deixar o programa ao sabor de um ou outro gestor que, bem-intencionado ou não, acabe colocando em risco toda uma política pública de longo prazo”, diz o secretário.

Dentre os modelos que irão acontecer em 2018, o primeiro terá taxa zero de juros, que será atrelado a inflação no país, e contará com 100 vagas disponíveis a partir de 2018. O segundo modelo é conhecido como modelo Regional, oferecerá vagas nas regiões: Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Serão disponibilizadas 150 mil vagas com taxa de juros de 3%. A terceira modalidade contará com o BNDES, pois a capitação de recursos junto ao banco de fomento poderá ser contratada por estudantes que comprovem uma renda de no mínimo 5 salários per capita.

Estão sendo tomadas medidas visando o crescimento turístico no Irã

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Atualmente no Irã, as autoridades depois de manter o país isolado do resto do mundo, estão procurando através de eventos, mudar a imagem do país em âmbito mundial, para que ele comece a se tornar uma rota procurada pelos turistas do mundo todo.

O Irã é um país, onde são encontrados vinte e um locais declarados pela Unesco, como Patrimônios Mundiais da Humanidade, sendo que um dos mais conhecidos é  Persépolis.  Esse país também possui uma natureza bastante variada, que irá agradar tanto aqueles que gostam de montanhas, quanto dos que desejam visitar um deserto.

Estão sendo organizados no país, diversos eventos que procuram deixar de lado, os antigos receios existentes em relação ao Irã. Somente em um curto espaço de tempo, Teerã recebeu três eventos de grande porte internacional ligados ao segmento turístico, como a conferência de hoteleiros e de investidores do setor; uma feira turística e uma convenção de guias.

A Feira Internacional de Turismo de Teerã, que trazia como slogan a frase “Veja o Irã diferente”, salientando o fator de que o país não apresenta problemas com o terrorismo, fato que acontece com os seus países vizinhos.

Em julho de 2015, quando o acordo nuclear foi estabelecido entre os países do G5+1, formados pela Rússia, Alemanha, Estados Unidos, França, Reino Unido e China, fez com que a imagem do Irã ficasse mais pacífica, possibilitando uma transformação de etapas para o setor do turismo, desfazendo as proibições comerciais e também as diplomáticas.

Para que aconteça o aumento no turismo do país, serão necessários maiores investimentos em infraestrutura, como a construção de hotéis e pontos estratégicos para paradas em estradas.

O país está tentando promover uma maior divulgação pelo mundo, com a intenção de acabar com a imagem negativa que foi dada por países, que têm relações um tanto desfavoráveis com o país iraniano.

Essas resistências são explicadas pelos receios em relação ao governo iraniano que ainda continuam, segundo diversos integrantes da Convenção da Federação Mundial de Associações de Guias de Turismo, que depois de conhecerem várias localidades iranianas, acharam o país bem tranquilo e o seu povo muito hospitaleiro.

Desde que o presidente moderado, Hassan Rohani, tomou posse em 2013, a quantidade de turistas que começaram a visitar o país, foi aumentando gradativamente. Em 2005, eram um milhão de visitantes por ano, já em 2015 o número de turistas passou dos cinco milhões.

Decisão do TST condena banco a indenizar ex-funcionário em R$ 475 mil

Um ex-funcionário foi indenizado na quantia de R$ 475 mil determinado pelo Tribunal Superior do Trabalho, por ter sofrido com perseguições característica de danos morais por seus supervisores. Ficou provado no processo que o ex-funcionário do Banco HSBC Bank Brasil S.A sofreu danos morais em relação a sua sexualidade e por sofrer da síndrome de burnout. O banco tentou recorrer desta decisão que considerou extrapolada, mas teve o pedido negado.

A chamada síndrome de burnout faz com que a pessoa portadora da síndrome sofra com perturbações psíquicas devido a um grau de estresse, principalmente em um local de trabalho propício ao estresse. Os detalhes do processo dizem que o ex-funcionário passou a ser perseguido por seus superiores a ponto de sofrer humilhações devido a sua sexualidade e ameaças constantes de ser demitido. O alto grau de cobrança somados ao estresse proveniente de trabalhar em um banco, foram pontos que pioraram a saúde mental do ex-funcionário.

No ano de 2003 esse funcionário sofreu afastamento de suas funções no banco devido a doença ocupacional. Logo após terem passados dois anos, o ex-funcionário conseguiu se aposentar devido a invalidez, sendo que na época ele tinha 31 anos. Desde que o processo está em tramitação, o banco tenta recorrer das decisões que estão sendo tomadas desde então, sendo que o valor inicial da indenização era de R$ 350 mil estipulado pelo TRT – Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região – PR. Eles tentaram reduzir este valor com recursos, mas os recursos foram negados e o valor foi aumentado para os R$ 475 mil de indenização.

Ficou claro para o TRT da 9ª Região que o funcionário sofreu danos morais e que isso precisará ser reparado, sendo que o acréscimo de valores foi revisado para estar dentro desta realidade. O norte desta decisão está no princípio onde os danos morais sofrido por um funcionário se torna incomensurável devido a tudo que o funcionário enfrentou e enfrenta por sua incapacidade de continuar no mercado de trabalho.

A ministra Maria da Assis Calsing, que participou do pedido de recurso do HSBC, deixou claro que a instituição não demonstrou tais evidencias que tivessem peso para uma mudança na sentença de valores definidos. Segundo a ministra relatora do caso, não houve valores exagerados e, portanto, a sentença deverá ser paga ao ex-funcionário em R$ 475 mil.