As melhores cidades brasileiras para se morar na terceira idade

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As cidades pequenas se caracterizam pela tranquilidade e pela qualidade de vida que proporcionam a seus habitantes, principalmente para aqueles que já chegaram na terceira idade. Com uma maior expectativa de vida, é natural que os brasileiros acabem buscando, uma vida mais tranquila com o passar dos anos, na sua velhice.

O Brasil, que possui uma extensão continental, com cidades de diversos tamanhos e características diferentes, são encontradas 348 pequenas cidades, que têm uma população de 50 mil a 100 mil. Entre elas, quarenta se sobressaem por apresentar as melhores condições de vida, para as pessoas da terceira idade.

Essas cidades, foram avaliadas seguindo algumas variáveis, como os indicadores gerais, bem-estar, finanças, cuidados com a saúde, habitação, cultura e engajamento e educação e trabalho.

Outro fator levado em conta foi o clima, tirando pontos de cidades que tinham maior incidência de calor, chuvas intensas e baixas unidades do ar.

Quando ocorre uma maior participação dos habitantes que já estão na terceira idade, os procedimentos precisam ser diferentes na elaboração das políticas públicas, que são adotadas no município.

Com esses programas, não só os idosos são beneficiados, como também os outros habitantes, já que transformar as cidades tornando elas, mais acessíveis e com maiores recursos, levam benefícios para uma população inteira, além de atrair maiores investimentos para a cidade.

A cidade que foi considerada a melhor para os habitantes que chegaram na terceira idade, foi São João da Boa Vista (SP), com uma população de 88 mil habitantes.

O estudo revela, que fatores como o baixo número de mortes causadas por arma de fogo, além de 13 unidades para atendimento ambulatorial espalhadas pelos bairros, dois outros hospitais e ainda uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento), foram determinantes para a sua escolha.

A cidade está na 50º posição  no IDHM  (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), e em uma pesquisa conjunta entre a Financial Times e a FGV, ela aparece entre as principais microrregiões paulistas na área da Saúde, ficando com o 6º lugar.

O prefeito da cidade, está pensando em contratar um grupo de pesquisadores, para fazer um estudo sobre a mobilidade urbana, já que o número de mortes por acidentes no trânsito, ainda é elevado.

Em uma parceria com o governo do Estado de São Paulo, a cidade está construindo um centro, que visa acolher idosos cujas famílias, não conseguem oferecer cuidados especiais durante o dia.

O estudo também mostrou, que das 40 melhores cidades para se viver com mais de 60 anos, 30 delas estão localizadas na região Sudeste, enquanto que nenhuma cidade da região Norte e Nordeste, apareceu na lista. O estado de São Paulo concentrou o maior número de cidades, foram 25 entre as mais bem avaliadas.

As melhores cidades foram: São João da Boa Vista(SP), Vinhedo (SP), Lins (SP), Fernandópolis (SP), Tupã (SP), Votuporanga (SP), Lajeado (RS), Itapira (SP), Rio do Sul (SC), Bebedouro (SP), Pato Branco (PR), Jaboticabal (SP), São José do Rio Pardo (SP), Paulínia (SP), Olimpia (SP), Videira (SC), Jaguariúna (SP), Mogi Mirim (SP), Batatais (SP), Avaré (SP), Matão (SP), Capivari (SP), Lavras (MG), Pirassununga (SP), Mirassol (SP), Taquaritinga (SP), Marechal Cândido Rondon (PR), Concórdia (SC), Alfenas (MG), São Roque (SP), Cruzeiro (SP), Ijuí (RS), Esteio (RS), Ibitinga (SP), Montenegro (RS), Itajubá (MG), Francisco Beltrão (PR), Cianorte (PR), Andradina (SP), Farroupilha (RS).

 

Brasil lidera ranking de ativistas mortos nos últimos cinco anos

O número de pessoas assassinadas, que defendiam o meio ambiente no mundo em 2016, aumentou. O Brasil, mais uma vez, lidera esse quadro de violência com 49 pessoas mortas no período. Esses dados foram fornecidos pela organização Global Witness, e mostra que o Brasil, é o país mais perigoso para aqueles que lutam pela proteção do meio ambiente, e pelos direitos relacionados à terra. Em todo o planeta, em 2016, duzentos ativistas da causa de proteção ao meio ambiente, foram mortos.

Billy Kyte, da organização inglesa, declara que eles acreditam que os números podem ser maiores, já que nem sempre as causas das mortes, chegam ao conhecimento do público.

Esses dados são levantados pela Global Witness desde o ano de 2002, e nos últimos cinco anos, o Brasil lidera esse ranking.

A Comissão Pastoral da Terra (CPT), que foi criada em 1975 e era no princípio ligada à Igreja Católica, acredita que o aumento da fronteira agrícola, seja a causa desses dados tristes do nosso país, e que os estados com os maiores índices de violência de 2016, foram o Pará, Maranhão e Rondônia.

Thiago Valentin, da secretaria nacional da CPT, afirmou que além do avanço do agronegócio, as construções de grandes barragens, hidrelétricas e ferrovias, também contribuem para o aumento dessa violência. Esses problemas já existem há muito tempo, sempre se repetindo quando a exploração de forasteiros, acontece sobre os moradores locais.

A CPT, juntamente com a Global Witness, registra as mortes de líderes comunitários, sem-terras, posseiros, indígenas, trabalhadores rurais e quilombolas. No ano passado, o órgão registrou um total de 61 assassinatos, ainda mais do que os números da ONG.

Em pesquisas feitas, o setor do agronegócio irá necessitar nos próximos dez anos, de uma área no total de 15 milhões de hectares para a sua expansão, necessitando assim, de terras que já possuem donos, podendo causar ainda mais violência.

Billy Kyte ainda declara, que no Brasil o lobby do setor do  agronegócio  é muito intenso, e o governo ainda está apresentando um retrocesso em relação a proteção das leis ambientais, causando mais violência com essas medidas.

Em lugares onde a paz estava sendo negociada, como na Colômbia, o ano de 2016 foi o mais violento de todos os tempos para os ativistas. Lugares onde se localizavam os movimentos armados, hoje são alvos das companhias extrativistas, e as pessoas que voltam para os seus territórios, estão sofrendo ataques.

As mortes estão sendo causadas graças aos governos, investidores, empresas e pelas parcerias bilaterais, reforça a Global Witness, e os assassinos precisam ser punidos.

 

Aumento de recall no Brasil é causado por falhas em airbags

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O Procon de São Paulo, que é um órgão ligado à Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, fez uma pesquisa mostrando que 76 dos recall nos carros, feitos nos primeiros seis meses de 2017, foi detectado em 25 deles, que o sistema de airbag apresentava  defeitos de fabricação . Isso acaba mostrando um aumento de cerca de 78%, em comparação ao mesmo período de 2016, que contabilizou 57 recall, e que em 14 deles, o problema foi no airbag. O número em geral de campanhas de recall aumentou em 30% em relação ao ano anterior.

Esse levantamento do Procon-SP, mostrou que essas campanhas, atingiram no total quase 1.200.000 carros, nesse período dos primeiros seis meses de 2017, sendo que 55% deles, apresentaram problemas com o airbag. Nos números verificados no mesmo período do ano anterior, foram quase 912.000 carros afetados com recall.

Quando as empresas verificam que um serviço ou produto apresentam um defeito, colocando a segurança e a saúde de seus consumidores em risco, elas fazem um recall, que é um chamado público para fazer essa reparação, visando a prevenção de acidentes e a correção dos problemas. No Código de Defesa do Consumidor (CDC), está previsto no artigo 10, que o fabricante não pode inserir no mercado, um produto ou serviço, que tenha conhecimento ou que deveria ter, e este apresentar perigo à segurança ou saúde de seus consumidores.

Osmário Vasconcelos, diretor de fiscalização do Procon-SP, declarou que o índice do aumento de recall no Brasil, está ligado às pesquisas dos órgãos de fiscalização, e na maior atenção das companhias com os sistemas de segurança dos veículos. Houve um aumento nos estudos por parte das montadoras, para solucionar o aumento dos acidentes, tanto no Brasil como no mundo. O número de fabricantes de airbag não eram muitos, sendo que os acidentes gerados por falhas técnicas desse equipamento, acabariam acarretando indenizações contra as montadoras, porque esses problemas poderiam gerar consequências graves.

Ele ainda informa, que o consumidor quando adquirir um carro seminovo, deve procurar saber junto com a concessionária, se o modelo da sua escolha teve um recall, procurando saber se a peça que apresentava problemas, foi trocada. Em veículos novos, o cuidado das concessionárias deve ser maior, juntamente com as montadoras, as suas atenções devem ser redobradas nas novas peças, e quando apresentarem problemas, as companhias estão convocando os consumidores para o recall.

Os problemas mais comuns verificados nos airbags, eram quando no momento da colisão, ele apresentava um defeito na maneira em como ele se abria, alguns com um volume maior quando inflava, podendo jogar o indivíduo contra o banco, podendo causar ferimentos. Alguns espalhavam estilhaços na hora da sua abertura.

Graças a globalização, acidentes ou incidentes são divulgados com bastante rapidez. As empresas acabam optando em fazer recall em vários países, já que os consumidores estão mais conscientes de seus direitos, e acabam procurando a justiça, em casos de problemas em seus veículos.

 

Nova tecnologia é usada para a identificação de árvores

Todo colecionador tem dificuldade tanto em identificar as espécies de árvores que possui, como em garantir que as próximas gerações, possam saber os nomes dessas espécies.

Uma nova tecnologia, parece ser a solução para essas dificuldades. É a tag digital, que é um sistema que identifica as árvores, já sendo usado  em Nova York  e também em Los Angeles. Aqui no Brasil, a prefeitura de Campinas está usando essa tecnologia para identificar as espécies da cidade, que fica no interior paulista.

Esse sistema de tag digital, é uma pequena identificação de alumínio, que tem uma maior durabilidade ou polipropileno, que tem uma menor durabilidade, e que possui informações como o nome da árvore, e também um dado importante: um código do tipo QR, que vem com uma variante do código de barras, possuindo um formato quadrado. Baixando de graça em um aparelho smartphone, se consegue os dados das árvores na hora, com todas as informações.

Além da durabilidade da tag digital em relação as antigas placas de identificação tradicionais, ela é pequena, de fácil instalação e altamente resistente. Mesmo que com o tempo, ela acabe se perdendo, os seus dados permanecerão guardados em uma nuvem digital, tendo a possibilidade da sua localização ser feita através de um GPS, permitindo o resgate da sua ficha corrida de maneira imediata. Dessa forma, as vantagens oferecidas pela tecnologia da tag digital, são surpreendentemente mais atraentes. O empresário Rodolfo Ramos, afirma que há uma extrema vantagem entre a antiga placa comum, e a tag digital. Sendo apaixonado pelas árvores, ele foi pioneiro em Campinas, a utilizar esse sistema. Em sua empresa, a Anubz, já foram etiquetadas cerca de 90.000 árvores. Ela oferece serviços principalmente para empresas, que por exigência da lei, precisam fazer a chamada compensação de carbono. Mas ela também atende pequenos colecionadores, com um custo de cerca de R$12,00 por tag digital.

Em uma placa comum, devido à sua estrutura física, ela possui poucas informações. Ao contrário, a tag digital possibilita um acesso completo dos dados de cada árvore, podendo ainda, incluir opiniões pessoais de cada espécie, além de compartilhar informações delas através de redes sociais, podendo inclusive, juntar à sua identificação uma foto, em um self com alguma árvore preferida.

O fato de maior importância, é saber que cada espécie com a tag digital, pode ser encontrada com um nível de acerto extraordinário, usando serviços como o do Google Maps.

Em Nova York, diversas espécies recém-plantadas, estão identificadas com pequenas placas de tags digitais, penduradas por arames. Mas também podem ser utilizados pregos pequenos, colocados no tronco das árvores, para fazer a sua fixação. Podem ainda, ser utilizados pequenos suportes, fixando a tag digital ao lado das plantas.

Talvez no futuro, a tag digital por mais moderna que possa parecer, ela represente apenas uma etapa intermediária, na questão da identificação das espécies. Os fornecedores do ramo, estão correndo atrás de novas tecnologias, para que a identificação ocorra de forma ainda mais audaciosa: somente com o uso de ferramentas como o GPS, sem o uso de placas.

 

Qual país te lembra esse monumento turístico?

As pirâmides estão para o Egito assim como a Muralha da China está para a China. O Cristo Redentor está para o Rio de Janeiro assim como a Torre Eiffel está para Paris.

Os monumentos fazem parte da história humana desde a antiguidade e alguns são tão conhecidos, mais tão conhecidos, que são considerados a maior referência simbólica de uma cidade ou mesmo de um país.

Tanto antigos quanto modernos, os monumentos geralmente são a atração mais concorrida de uma determinada região e, ano após ano costumam figurar como plano de fundo de diversos registros fotográficos.

Alguns deles, em razão de serem bastante admirados e reverenciados por povos de outras nacionalidades, acabam sendo replicados em diferentes partes do mundo.

Foi o que aconteceu com monumentos famosos como a Torre Eiffel, que foi copiada em regiões da Ásia, e também como a Esfinge de Gizé, que já ganhou diferentes réplicas em vários estados asiáticos.

Tão famoso quanto a Torre Eiffel e a Esfinge de Gizé é o Cristo Redentor, erguido na cidade do Rio de Janeiro. Conhecida mundialmente, a estátua até já foi eleita, em um concurso disputadíssimo, como uma das sete maravilhas do mundo moderno.

O Taj Mahal, também eleito como uma das sete maravilhas do mundo moderno, já foi replicado em países como Colômbia e Bangladesh. De forma semelhante, a famosa estátua carioca ganhou reproduções em alguns países como México, Portugal e Colômbia.

E se o Cristo Redentor foi replicado diversas vezes em países do exterior, imagine o quanto não foi reproduzido em terras brasileiras?

Brasil a fora são inúmeras as estátuas que homenageiam o monumento carioca. Para se ter a prova disso, basta apenas fazer uma curta viagem de carro pelo interior do país que logo surgirá aos montes réplicas e mais réplicas da tão conhecida imagem.

Outro monumento brasileiro, que pode não ter a fama do Cristo Redentor, mas que é bastante conhecido e procurado por visitantes locais e regionais, é a estátua do padre Cícero Romão. Que como a imagem do cristo carioca, contém várias réplicas em diferentes municípios do brasil.

Fora as imagens do Cristo Redentor e do padre Cícero Romão, há muitos outros monumentos homenageando importantes figuras do cenário brasileiro, como o do beato capuchino frei Damião, erguido na forma de uma imponente estátua no interior paraibano.

 

Felipe Montoro Jens fala sobre PPPs na administração do atual prefeito do Rio, Marcelo Crivella

 

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As Parcerias Público-Privadas (PPPs) estão entre as prioridades de Marcelo Crivella (PRB), sucessor de Eduardo Paes na Prefeitura do Rio de Janeiro. Dentre os 80 decretos publicados por ele, quando assumiu o mandato em primeiro de janeiro/17, quatro determinaram a elaboração de cronogramas ou de estudos para implantação de PPPs, destaca o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens. Um dos decretos, por exemplo, inclui planos para a municipalização do Maracanã. Já, outro, determinou o prazo para a modelagem da concessão de serviços de saneamento básico na zona oeste do Rio.

Crivella também encomendou à Subsecretaria de Projetos Estratégicos análises a respeito da municipalização do Museu da Imagem e do Som e do Teatro Municipal, pertencentes ao Estado carioca. Felipe Montoro Jens ressalta que a Subsecretaria, em parceria com a empresa pública municipal RioLuz, também foi encarregada de apresentar um cronograma para estabelecer uma Parceria Público-Privada para a iluminação pública da cidade. A intenção da iniciativa é ampliar, modernizar e melhorar a iluminação do Rio de Janeiro, priorizando as áreas que apresentam os indicadores de violência mais elevados. Para o sócio da consultoria Radar, Rodrigo Reis, a PPP funcionaria muito bem para esse caso, já que ela iria tornar mais eficiente um gasto que já é previsto no orçamento municipal.

Ainda, no início do mandato, o atual prefeito do Rio de Janeiro determinou que fosse apresentado um plano de PPP na área de educação infantil. A intenção com a medida é criar 20 mil novas vagas em creches e 40 mil na pré-escola até o fim de 2020, salienta o especialista Felipe Montoro Jens.

O que se observa é que as PPPs têm sido uma boa solução para a administração pública quando o assunto é investimentos em infraestrutura pública. Felipe Montoro Jens reporta que as PPPs estão sendo bastante usadas desde a gestão do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), para viabilizar projetos como o Parque Olímpico, o Porto Maravilha e o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), por exemplo.

No entanto, o cientista político Maurício Santoro, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), pondera que a prioridade dada por Marcelo Crivella às PPPs e Concessões, já no início do mandato, reflete, além do ambiente macroeconômico recessivo, uma tentativa de distanciamento da administração anterior. “Crivella busca uma diferenciação em relação ao PMDB e a tudo que o partido significou para a falência do Estado do Rio”, avalia Santoro.

A questão é que não se pode deixar de pensar nos reais benefícios que as Parcerias Público-Privadas trazem para a administração pública. “Sem dúvida, as PPPs são um importante instrumento de melhora dos serviços públicos no País, permitindo que o Brasil expanda e melhore a infraestrutura das cidades […]. Com alguns poucos ajustes e um melhor entendimento do governo e da sociedade acerca das PPPs, o Brasil poderá beneficiar-se muito desse instrumento”, sobressai o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Segundo a assessoria de imprensa da Subsecretaria de Projetos Estratégicos do Gabinete do Prefeito, estão sendo preparados estudos que dão prioridade a projetos nas áreas de educação, saúde, segurança pública, mobilidade urbana e saneamento básico.

 

 

 

Reciclar: uma ação que só traz benefícios para a sociedade

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Sabe aquele lixo que você joga fora todos os dias? Então, ele pode valer muito mais do que você imagina! A reciclagem é um processo em que o resíduo sólido descartado passa por uma transformação e é reaproveitado como matéria-prima para um novo produto. Para isso, é importante saber a origem desse resíduo e conhecer a melhor forma de realizar adequadamente o seu descarte.

Bom, mas e agora? Como devo proceder com a reciclagem? Calma! A reciclagem não é uma tarefa muito difícil de ser realizada. Há diversas formas de destinar o seu lixo. Inicialmente, é preciso saber se o produto é reciclável, para assim descartá-lo corretamente em lixos apropriados, como, por exemplo, a coleta seletiva. Nesse tipo de coleta, os materiais são divididos segundo a sua constituição ou composição.

A coleta seletiva é importante para criar um hábito e melhorar a conscientização humana a respeito do lixo, tendo em vista que 30% de todo o lixo produzido é composto de materiais recicláveis, como papel, plástico, vidro e latas, sendo que todos esses materiais possuem valor de mercado. Dessa forma, é fundamental que o consumidor separe o material reciclável para facilitar a coleta e o trabalho de reciclagem.

Outro ponto relevante é lavar o material que vai ser reciclável, pois os restos de resíduos podem contaminá-lo e inviabilizar o processo. Logo, limpar com água as embalagens já ajuda bastante na retirada do grosso presente nos materiais. Vale ressaltar que o material deve ser encaminhado para locais próprios, como cooperativas de catadores ou centrais de recebimento de materiais recicláveis.

Viu? Não é algo tão complicado assim! E as vantagens são várias, uma vez que os resultados da reciclagem abrangem os campos ambiental, econômico e social. Para o meio ambiente, reciclar é sinônimo de redução de lixo acumulado e ainda possibilita a produção de novos materiais. Além disso, é fator primordial para manter o equilíbrio durante a utilização dos recursos naturais, já que por meio da reciclagem do papel, por exemplo, não exigiria o corte de mais árvores, contribuindo para o campo econômico, através do reaproveitamento. Já no campo social, a reciclagem é capaz de oferecer uma melhor qualidade de vida para as pessoas e oportunidades de trabalho, principalmente para as classes mais pobres.

Portanto, buscar o desenvolvimento da reciclagem é trabalhar por uma sociedade mais limpa e sustentável. Faça sua parte! E para saber mais sobre quais produtos podem ser reciclados, acesse essa matéria especial sobre o assunto.

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Pão integral pode ser saudável dependendo da pessoa

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De acordo com uma pesquisa norte-americana, o pão feito de farinha branca pode ser melhor para a flora intestinal de algumas pessoas

A dieta a base de grãos integrais nem sempre pode ser mais benéfica para a saúde no que desrespeito aos pães, essa relação depende mais da pessoa que come do que a composição do alimento. O organismo de algumas pessoas funcionam melhor com os pães de farinha branca e a diferença está na flora intestinal.

Uma pequisa feita com 20 pessoas voluntárias, entre 27 e 66 anos de idade que foram desafiadas a seguirem uma dieta em que 25% das calorias totais eram originadas de pães de farinha branca e outros voluntários deveriam consumir pães originados de farinha integral especialmente desenvolvidos para o estudo. Após uma semana os grupos trocavam a dieta e quem comeu pão de farinha branca passou a comer pão de farinha integral e vice-versa. Os voluntários não poderiam consumir nenhum outro tipo de alimento derivado de farinha de trigo e o pão era o primeiro alimento que eles deveriam consumir no dia. Outro item proibido durante a pesquisa era atividade física para evitar alterações nas respostas glicêmicas dos pacientes.

A energia que vem dos carboidratos são formadas quando os açúcares quebrados pela ingestão de insulina são levados para as células através do sangue se transformando assim em energia para o corpo como, por exemplo, comer uma fatia de bolo de chocolate que dá um pico de energia diferente do que se você comer uma maçã.

Foi acompanhado de perto o nível de açúcar no sangue dos voluntários, para monitorar a influência da alimentação dos pães na dieta. Eram observados também os níveis de glicose e outros minerais como cálcio, ferro e magnésio presentes no sangue, colesterol e enzimas do fígado e rins dos voluntários assim que eles acordavam.

Eram analisados também a consequência na flora intestinal que cada pão causava, pois esse conjunto de bactérias que possuímos no nosso sistema digestivo se mantém ativos na retirada de nutrientes dos alimentos que consumimos. “A descoberta inicial, que vai na mão totalmente oposta ao que esperávamos, foi não haver diferenças significantes”, constatou uma das autoras do estudo, Eran Segal ao jornal The Guardian.

Foi observado que a resposta glicêmica dos voluntários que comeram pão normal foi melhor que a do outro grupo. E houve diferença na flora intestinal dos que consumiram pão integral que mostrou que parte deles tinham bactérias melhores adaptadas aos açúcares dos pães comuns e no outro grupo essas bactérias preferiam o pão de farinha integral.

Uma alimentação a base de pães, não é uma boa recomendação para a ingestão de carboidratos, e da mesma forma os pães de farinha integral podem ser uma boa fonte de minerais e vitaminas que não são encontrados nos pães de farinha branca. O estudo mostrou que antes de optar pelo que é mais saudável se deve observar o que é melhor para o seu tipo de organismo, e o que é mais favorável ao seu intestino.

 

Veja também: Benefícios do arroz integral para a saúde