RBS TV de Eduardo Sirotsky Melzer apoia campanha de doação sangue

A RBS TV lançou no final do mês de fevereiro uma campanha incentivando à doação de sangue, a qual tem sido transmitida nos intervalos de sua programação. Essa iniciativa consiste na primeira etapa de uma parceria firmada entre a RBS TV, que faz parte do Grupo RBS de Eduardo Sirotsky Melzer, e o curso de Publicidade e Propaganda da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-Sul), cujo intuito é criar e transmitir ações publicitárias que possam ajudar e informar melhor a população do Rio Grande do Sul.

A doação de sangue foi o primeiro tema escolhido pela parceria devido a grave situação de emergência dos principais hemocentros do estado. A campanha, que contém uma assinatura personalizada para cada cidade, foi desenvolvida de forma integral pelos alunos da ESPM-Sul através das aulas de criação e produção, tendo o auxílio da curadoria da equipe de Promo da RBS TV para criar as chamadas do canal.

Para completar, esse projeto ainda foi amparado com um grande suporte editorial. Logo após a sua divulgação, a importância de se doar sangue, tema explorado na ação publicitária, foi pauta de uma reportagem no Jornal do Almoço em todas as emissoras do Rio Grande do Sul.

Eduardo Sirotsky Melzer assumiu o cargo de presidente do Grupo RBS em 2012, tendo anteriormente ocupado a função de vice-presidente desde o ano de 2010, além de já ter trabalhado por cerca de seis anos em outros cargos executivos dentro do grupo, como o de diretor geral para mercado nacional e o de vice-presidente de mercado e desenvolvimento de negócios.

Ao se tornar presidente, o executivo deu prosseguimento as principais estratégias do Grupo RBS, que são o desenvolvimento das operações no ramo da comunicação e o investimento nos setores digitais. Desse modo, Eduardo Sirotsky Melzer vem modernizando a empresa e a adaptando de acordo com o cenário atual, no qual a internet tem tido uma relevância cada vez maior como meio de comunicação.

Nos dias de hoje, o portfólio do Grupo RBS consiste em 24 emissoras de rádio mais a HSM Educação, que é focada em cursos dedicados a gestão de negócios, 18 emissoras de televisão afiliadas à Rede Globo e duas redes locais. Além disso, no decorrer dos últimos anos, a empresa também comprou ou se tornou sócia de organizações nos segmentos de entretenimento, marketing, e desenvolvimento de aplicativos.

Formado no curso de Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Eduardo Sirotsky Melzer possui uma trajetória profissional de sucesso, que começou nos Estados Unidos quando o empresário optou por cursar Administração de Negócios na Universidade de Harvard, conhecida por estar entre as melhores do mundo. Em seguida, ele continuou se especializando através de outros cursos focados nesse segmento.

Nos últimos anos, Eduardo Sirotsky Melzer tem se destacado e recebido homenagens e prêmios em várias premiações. Um exemplo disso, foi quando ele recebeu os prêmios de Empreendedor do Ano de 2015 na categoria Family Business e ainda o título de Empresário de Comunicação do Ano de 2013 organizado durante a Semana ARP de Comunicação.

 

 

Estudo revela que chá-verde pode ajudar pessoas com síndrome de Down

A condição genética que atinge muitas pessoas no mundo, chamada de síndrome de Down, é uma doença incurável até o momento. No entanto, pesquisadores espanhóis descobriram recentemente que um composto orgânico extraído do chá-verde possui altas propriedades que auxiliam na melhora da capacidade intelectual e cognitiva das pessoas que sofrem com a condição. O estudo sobre o chá-verde foi o primeiro a demonstrar efeitos positivos para a síndrome de Down.

Essa condição genética é responsável por atingir uma a cada mil pessoas em todo o mundo. A doença se manifesta quando um indivíduo apresenta três sequências dos cromossomos 21, ou na maioria das células da pessoa. No caso, os portadores da síndrome passam a ter um total de 47 cromossomos, um a mais que a grande maioria das pessoas que é de 46 cromossomos. O número a mais de cromossomos faz com que o corpo e o cérebro tenha dificuldades e alterações em sua formação.

Essa descoberta feita pelos espanhóis é de extrema importância, pois o composto extraído do chá-verde poderá ajudar a regular a forma como cerca de 300 genes do cromossomo 21 agem, mesmos aqueles que modificam a capacidade de memória, a cognição e causa complicações nas conexões neurais.

O estudo conseguiu apenas atenuar alguns dos efeitos causados pela síndrome de Down, contudo, a descoberta abre espaço para novos estudos que possam trazer maiores entendimentos sobre a doença, que até então só contava com o uso de vitaminas e hormônios para minimizar seus efeitos.

A descoberta foi publicada na conceituada revista Lancet Neurology, e foi conduzida por duas instituições: Instituto Hospital del Mar de Investigações Médicas de Barcelona e Centro de Regulação Genômica. Ao todo o estudo foi dividido em duas partes, a primeira delas foi baseada na observação de ratos e a segunda na observação de 84 pessoas com síndrome de Down.

Durante a primeira fase do experimento, os cientistas conseguiram identificar o gene DYRK1A, que é comumente associado à fase de formação do cérebro, e no caso de um cromossomo a mais ele fica ainda mais ativo. As alterações cognitivas acontecem porque o gene em questão começa a produzir muita proteína, chega a ser 1,5 vezes mais proteínas do que em pessoas sem a doença.

A partir de algumas análises, os cientistas descobriram que o polifenol, uma substância presente no chá-verde, é capaz de normalizar e até inibir a produção desse gene que afeta a formação do cérebro. O polifenol ainda é capaz de melhorar alguns dos efeitos causados pela síndrome, estimulando algumas áreas do cérebro que são responsáveis pela parte cognitiva.

O teste nos pacientes com síndrome de Down foram feitos com 84 pessoas com idade entre 16 e 34 anos. Metade dos pacientes receberam um placebo e praticaram exercícios para o estímulo cognitivo frequentemente. Já a outra metade recebeu o composto do chá-verde administrado de acordo com o peso de cada um pelo tempo de um ano. Depois desses procedimentos, os pacientes passaram por diversos testes para avaliar se houve melhora nas habilidades intelectuais. Os resultados mostraram uma incrível melhora nos indivíduos que consumiram o composto de chá-verde por um ano.

Uma análise de DNA revelou que o frango usado por rede de sanduíches é feito de soja

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O programa investigativo CBC Marketplace, realizou uma análise e publicou um relatório afirmando que o frango utilizado nos sanduíches da rede de restaurantes Subway, na verdade é composto mais da metade por soja. A revelação deixou claro que os frangos utilizados pela rede de fast food possui menos de 50% de origem animal, sendo a maioria da composição a base da soja transgênica que é vendida em massa para esse tipo de comércio. A empresa prestou declaração dizendo que a afirmação é falsa, no entanto não consegue contestar as provas existentes.

O estudo foi feito com o intuito de analisar diversos sanduíches das mais conhecidas empresas de rede de fast food. As empresas analisadas foram: Wendy’s, A&W, Tim Hortons, Subway e até mesmo a mais famosa rede de fast food McDonald’s. Todas as amostras foram enviadas para o Canadá e foram testadas pelo laboratório de DNA Forense que fica na Universidade de Trent.

A primeira fase de testes para análise de DNA contou com duas amostras diferentes de cinco produtos, e dentre essas amostras uma era do frango da rede Subway. Após as primeiras suspeitas, os pesquisadores tiveram que isolar três amostras pequenas de cada um dos produtos, para poder fazer novos testes. O resultado foi o que já era de se esperar, todos as amostras apresentaram uma pontuação menor que 100% para o DNA de origem animal, porém a surpresa veio da rede Subway que apresentou menos de 50% de frango em sua composição.

A confirmação surpreendente fez com que os pesquisadores se aprofundassem no estudo e realizassem mais testes para analisar a composição do frango que quase não tem origem animal. Os pesquisadores pegaram novas amostras, dessa vez do frango assado que é colocado em um dos lanches da rede Subway, e outras cinco amostras das porções de frango que é vendida em tiras.

Os novos resultados mostraram que, as amostras do frango assado apresentavam apenas 53,6% do DNA animal, já o frango vendido em tiras, possuía apenas 42,8% do DNA de frango. Matt Harnden que é cientista do laboratório afirmou que esses resultados levantaram dúvidas dentro do laboratório, por isso eles resolveram fazer testes para saber qual seria o restante da composição do frango vendido pela Subway. Segundo os testes realizados, eles comprovaram que a maioria da composição do frango vendido nos restaurantes é feito de soja.

Além disso, o frango ainda apresenta outros 16 ingredientes industrializados usados para conservar os produtos e acrescentar sabor, como uma mistura de cebola em pó e mel. Com todos esses ingredientes o frango que deveria ser uma proteína animal apresentou 25% menos proteína que os frangos que são temperados em casa.

A rede de restaurantes Subway alegou que nada disso pode ser provado e que seus sanduíches não possuem soja em sua composição. No entanto, diversos outros estudos já mostraram que os produtos ofertados pelas redes de fast food na verdade contém diversos ingredientes que nem deveriam estar lá, como é o caso da soja que é vendida a larga escala. O perigo dos fast food não estão ligados apenas aos conservantes, as gorduras, e ao alto índice de sódio, mas também a ingredientes altamente cancerígenos como é a soja transgênica que causa mutações nas células humanas.