Empresa X funcionários: entenda como gestores domo Duda Melzer modernos têm resolvido essa equação

Quando se fala em recursos humanos, remete-se a um setor onde colaboradores de determinada empresa procuram para que se resolvam questões de ordem prática relacionadas ao trabalho que desempenham. A gestão de pessoas, no entanto, acaba por transcender até mesmo as dependências da empresa, destaca Eduardo Sirotsky Melzer, popularmente conhecido como Duda Melzer. O executivo participa da presidência do Grupo RBS e é observador das muitas mudanças que o meio corporativo vem sofrendo dia após dia.

Em um mundo em constante transformação e permeado por avanços tecnológicos, surge a necessidade, justamente, de se humanizar o modo como os funcionários de determinada organização se relacionam entre si e com seus superiores hierárquicos, reporta Duda Melzer, com base no que se vê em publicações referentes a essa modalidade de administração. Ele, que possui extensa bagagem à frente dos negócios, procura atualizar-se do que acontece no ambiente empresarial.

Diferentemente dos modelos de gestão mais antigos, a comunicação tem se mostrado um dos instrumentos mais favoráveis para o desenvolvimento global das empresas. Primeira necessidade social do ser humano, comunicar-se abrange uma série de variáveis que podem ser determinantes para a saúde da organização, enfatiza Duda Melzer. Segundo sua experiência obtida ao longo de anos, trata-se de algo poderoso tudo o que suscita uma maneira de dialogo direto entre todos os setores organizacionais.

A capacidade de liderança tem transitado pela habilidade de motivar os demais, sobretudo os que se reportam a outro profissional. Dessa forma, fazer com que as pessoas vejam boas razões para trabalharem com afinco, pode significar maior ascensão, tanto dos profissionais, quanto da empresa onde atuam. O empresário sinaliza com seu modo de gerir, que esta é uma forte tendência no que se refere a liderança de pessoas em tempos voláteis como os atuais.

O sentido da comunicação torna-se mais amplo à medida em que surge a necessidade de se aproximar quem antes parecia distante, ou seja, o gestor deve ter sensibilidade em suas interações, mesmo que de forma remota, com os que dependem de seu comando. Por outro lado, as empresas têm sido chamadas a proporcionarem um ambiente mais suscetível às opiniões de quem antes apenas recebia ordens e as obedeciam sem titubear.

Duda Melzer, que possui pós-graduação pela Universidade de Harvard, percebe as mudanças no âmbito empresarial e procura adequar sua forma de gestão ao que anseia o mercado. Conforme avalia, as relações modificam-se ao passo em que a humanidade busca mecanismos que tornem a convivência no trabalho algo mais humanizado, característica que pode ser observada até mesmo em campanhas publicitárias institucionais. Outro aspecto valorizado por ele, trata-se do respeito à sustentabilidade e às questões sociais.

O gestor é sempre uma referência para os colaboradores, posição esta, carregada de responsabilidade. Assim sendo, faz-se necessário que haja empatia por parte de quem lidera determinada organização, a fim de conseguir maior aproximação com todos. Em um ambiente leve e motivado, os funcionários tenderão a produzir mais e com melhor qualidade. De posse do que se vê comumente em programas motivacionais, Duda Melzer consegue estabelecer um paralelo entre o gestor e a importância de sua boa atuação em relação a gestão de pessoas.

 

Saiba mais sobre Duda: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/jornal-do-almoco/videos/v/presidente-do-grupo-rbs-eduardo-sirotsky-melzer-falar-sobre-a-transformacao-da-zh/3321858/