Saiba como evitar os efeitos da baixa umidade devido ao tempo seco

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Os efeitos do tempo seco, entre eles o excesso de catarro, dores de cabeça, garganta seca e pele coçando, os moradores de Belo Horizonte e Brasília sofrem com a umidade relativa do ar em apensa 20%. A situação piora em Cuiabá, com apenas 15% de umidade segundo dados do Inmet.

Estados como Goiás, Distrito Federal e parte do Mato Grosso do Sul, Sul de Tocantins e oeste de Minas Gerais estão em estado de alerta máximo devido à baixa umidade do ar. As taxas da umidade desses estados variam entre 12% e 20% um índice que é considerado um risco a saúde. O estabelecido pela Organização Mundial da Saúde é de no mínimo 60% para manter o bem estar da população. O pneumologista Alexandre Kawassaki, do hospital 9 de Julho diz que: “Esse tempo faz com que as partículas fiquem mais tempo no ar”.

Isso se refere a partículas de poeiras domésticas que contém muito ácaros e com a menor umidade, fazem com que as secreções que o corpo produz não deem conta de manter a hidratação necessária. Os efeitos desse ar seco para o corpo são os mais severos explica o pneumologista. “Depende da sensibilidade de cada um, mas as pessoas podem ficar com os olhos, a boca e o nariz mais secos quem possui fragilidade na mucosa pode ter sangramento nasal”.

Os portadores de doenças crônicas como rinite, sinusite e asma, sofrem com as crises nesse período seco. A solução é hidratar e umidificar o ambiente, beber bastante água e lavar os olhos e nariz com soro fisiológico. Outra dica é espalhar toalhas molhadass pela casa.

Outro efeito do tempo seco é sobre a pele, que fica mais seca e mais propicia a sofrer dermatites, escamação e coceira. Devemos hidratar bem a pele para não causar rachaduras e a dermatologista Caroline Semerjian explica: “Costas e rosto possuem mais glândulas sebáceas e sofrem menos. As regiões que não produzem secreção sebácea, como braço e perna chegam a descamar”.

Para quem pratica atividade física é importante ressaltar que deve evitar o ar livre entre as 10 horas da manhã e as 17horas da tarde.

 

Telecom Itália esclarece o porquê da Vivendi assumir a direção da TIM

Para a surpresa de muitos, ao redor do mundo, principalmente para aqueles interessados pelo setor da telefonia, foi então divulgado, numa sexta-feira, mais precisamente, no dia 4 de agosto deste ano, 2017, e por meio de um documento da Telecom Itália, que a Vivendi assumiu o controle da TIM. Foi nessa mesma nota em que se esclareceu que há um projeto com o fim de “reforçar a diretoria”, após a chegada tanto de Amos Genish quanto da joint venture com o Canal Plus, uma proposta, diga-se de passagem, feita pelo próprio Arnaud de Puyfontaine, o CEO da TIM, enquanto, ao mesmo tempo, também CEO da Vivendi. Segundo o que foi divulgado, inclusive, que esses fatos terminaram por determinar, ao menos em parte, essa referida “tomada de controle”, tratando-se, é claro, do início das atividades, seja de direção ou seja de coordenação. E isso, vale lembrar, por parte da Vivendi, é claro.

Além do que já foi dito, também destaca-se, nessa nota divulgada pela Telecom Italia, aquelas informações que foram transmitidas da empresa à Comissão Nacional de Sociedades e Bolsas, mais conhecida por ‘Consob’. Para quem não sabe, trata-se da comissão que controla a Bolsa de Valores. E dada tamanha importância, é que foi cobrado da TIM, por essas mesma Consob, via solicitação, uma necessária integração dos comunicados de imprensa que haviam sido divulgados tanto no dia 24 quanto no dia 27 de julho deste mesmo ano de que tratamos, 2017. Além disso, também seria imprescindível precisar, quanto à já ocorrida tomada de ação, pela Vivendi, das atividades de dirigência e também de coordenamento sobre a sociedade, não só o “quando”, mas também o “como”, ou seja, de que modo ocorreu de fato.

Ademais, após uma solicitação, ainda da Consob, só que de esclarecimentos a respeito das motivações que levaram à saída de Flavio Cattaneo, o ex-CEO, ficou então claro, nessa nota, que isso ocorreu por conta da vinda de Amos Genish. Segundo a mesma, foi “em vista dos próximos desafios”, que haveriam de ser, obviamente, enfrentados, que ficou clara uma realidade com “posições não convergentes”, após diálogo envolvendo a possibilidade de que evoluísse a organização de controle dessa empresa.

 

A Nasa está preparando uma missão para desviar um asteroide da Terra

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Um asteroide passará próximo do planeta Terra e a Nasa (Agência Espacial dos Estados Unidos) está preparando uma missão audaciosa para desviar esse asteroide.

O asteroide Didymos, que em grego significa “gêmeo”, possui uma estrutura binária, o que significa que ele tem dois corpos, sendo que o Didymos A apresenta cerca de 780 metros de extensão, enquanto que o Didymos B, possui um corpo que o cerca com aproximadamente 160 metros de extensão.

Este asteroide deverá passar um pouco perto da Terra, algo em torno de 11 milhões de quilômetros de distância, e está previsto para o ano de 2022, em outubro e a próxima vez que ele passará será 2024.

A técnica que será utilizada será a de deflexão, sendo que será a primeira missão para o desvio do asteroide, visando preservar a Terra.

O professor de astronomia da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) Jean Luc Margot, declarou à BBC Mundo que as chances de impacto na Terra por asteroides são reais, devido ao que já aconteceu na  era dos dinossauros . Outras catástrofes naturais como as erupções vulcânicas, terremotos e furacões não podem ser evitadas, mas com a tecnologia existente no momento, os impactos dos asteroides podem ser evitados.

Atualmente, o trabalho está sendo feito pela Nasa no design do Teste de Redirecionamento do Asteroide Duplo (que na sigla em inglês é DART).

A Nasa irá pôr em prática nessa missão pela primeira vez, esse estudo do pêndulo cinético, que consiste em acertar o asteroide, para que ele possa alterar a sua órbita e acabar com o perigo de um impacto com a Terra.

Esse projeto que ainda está em uma etapa preliminar, mas os pesquisadores acham que esse asteroide Didymos é uma chance excelente, para testar esse projeto.

Tom Statler, que é cientista do programa do DART, em um comunicado da Nasa, falou que esse asteroide por ser binário, apresenta condições ideais para que sejam feitos testes dessa técnica, já que o Didymos B está orbitando em volta do Didymos A, e isso acaba facilitando a visualização das consequências do impacto, e também impossibilita a mudança da órbita dos dois em volta do Sol.

Esse asteroide foi escolhido, segundo o professor Margot, devido ao fato de possibilitar o acesso das aeronaves espaciais e o fato conseguir fazer a medição das mudanças com imagens captadas pelo radar.

Em dados fornecidos pela Nasa, o DART poderá atingir o asteroide menor que é o Didymos B, em uma velocidade de 6 km por segundo, que é comparando, nove vezes mais rápido que uma bala.

Os pesquisadores poderão examinar com esse teste, a mudança consequente na órbita de Didymos B em volta de

Didymos A. Com isso vai ser possível descobrir a eficácia do impacto cinético, como uma técnica de mitigação de asteroides.

 

Itália sofre com seca grave e corta abastecimento de fontes históricas

Uma seca tão grande equivalente ao Norte do país, a Itália registra a seca mais grave da história, e dez de suas regiões já declararam estado de calamidade natural. O país denunciou dados consideráveis e Roma já planeja racionamento de água. No Vaticano o plano é cortar o abastecimento de suas fontes. Fruto de uma temporada seca, a nova emergência atinge a península italiana.

Cálculos oficiais mostraram que a perda chegou a 20 milhões de metros cúbicos de água e segundo dados da agência nacional de meteorologia, a Itália teve sua temporada de seca mais grave das últimas 6 décadas e recebeu 33% menos chuvas se comparadas aos anos anteriores.

Devido aos tempos ruins em questão de água a Itália decidiu desligar cerca de 300 das famosas fontes públicas da capital e a previsão é que esse número aumente. Fontes d’água como a dos escultores do século XVII de Carlo Maderno e Gian Lorenzo Bernini na Praça de São Pedro, já estão secas. O Vaticano decidiu cortar o abastecimento e a região de Lácio está considerando a possibilidade de corte de água em Roma para aproximadamente 1 milhão e meio de habitantes durante o período de oito horas por dia mesmo com o prefeito da cidade sendo contra essa decisão. “A decisão está em linha com o pensamento ecológico do Papa: não se pode desperdiçar água e temos que fazer sacrifícios”, disse o porta-voz do Vaticano, Greg Burke.

O Ministro do Meio Ambiente Gian Luca Galletti, quer que seja evitado qualquer tipo de alarme e as perdas do setor agrícola e pecuário já ultrapassou mais de 2 bilhões de euros. O rio Pó considerado o maior da Itália teve uma baixa de 50 centímetros comparados ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados do Coldiretti, o maior sindicato agrícola da Itália.

Das vinte regiões italianas, metade já declararam zona de desastre natural, o que afeta a suspensão do pagamento de impostos dos agricultores e a disponibilização de fundo de compensação. As mudanças climática não são as únicas causas dessa seca, segundo os especialistas, a má manutenção do sistema hídrico e abusos como a crianção do campo de golf em terras desérticas também causaram esses resultados.

O país declarou o estado de emergência em caráter preventivo, devido a seca. A decisão informada em coletiva de imprensa por Enrico Letta, subsecretário da presidência do Conselho de Ministros. Ele afirma que é alarmante a situação das bacias hidrográficas.

Veja também: Itália: Lombardia e Veneto vão realizar referendo sobre autonomia

 

Saiba como o empresário José Auriemo Neto chegou a presidência da JHSF

Com menos de 30 anos, o executivo José Auriemo Neto se tornou presidente da incorporadora JHSF, conglomerado fundado pelo seu pai, Fábio Auriemo, e sócios na década de 70. Com uma jornada de trabalho intensa, que se inicia bem cedo e só se encerra às 22h, o empresário ainda se desdobra para conseguir visitar os canteiros de obras e ter a certeza de que todos os projetos em andamento estão cumprindo os requisitos impostos pela empresa.

Adepto a sentença “10% inspiração e 90% transpiração”, o executivo, também conhecido como Zeco para os mais próximos, acredita na importância do presidente estar sempre próximo durante o dia a dia de uma corporação. Essa característica de José Auriemo Neto já era notada desde a sua adolescência, quando o empresário se envolveu em várias atividades extracurriculares, tendo participado da Convivência Internacional de Jovens (Cisv), sediada no Japão, e morado por algum tempo na Noruega para atuar como jogador de futebol amador.

Por muitos anos, o grande foco da JHSF esteve na área da construção, até que na década de 90, o então presidente Fábio Auriemo optou por investir na incorporação de edifícios comerciais, um segmento que estava bastante aquecido naquele período. Essa mudança foi essencial para o futuro da empresa, que se tornou uma das principais do Brasil nesse setor nos anos seguintes. Consequentemente, a JHSF ampliou a sua atuação em várias cidades, tendo projetos em São Paulo, Manaus, Salvador e Punta del Este.

Já sob o comando de José Auriemo Neto, os negócios da família cresceram na direção da incorporação de grandes centros de compras, como por exemplo, o Shopping Metrô Santa Cruz. Logo em seguida, o executivo avançou para o mercado de luxo, um setor que era pouco explorado apesar do seu grande potencial de crescimento. Como destaque no mercado de luxo, a JSHS apostou na construção do Parque Cidade Jardim, um grande complexo de luxo localizado na Marginal Pinheiros, uma área da capital paulista em que muitos não consideravam viável a construção de um complexo desse porte.

Mesmo com um projeto em mãos desacreditado por muitos especialistas nesse segmento, José Auriemo Neto não cogitou desistir pois apostou no potencial do Parque Cidade Jardim, que é composto por um imenso shopping center de luxo, nove edifícios residenciais, quatro prédios comerciais e um edifício residencial em que parte dos andares abrigam a sede do hotel Fasano, um dos mais majestosos do país.

Depois de serem inaugurados, os estabelecimentos e residências do complexo foram vendidos e alugados em pouco tempo, o que resultou em um grande lucro para a JHSF. Ao mesmo tempo, o empresário José Auriemo Neto ganhou notoriedade nesse mercado, passando a ser contemplado por sua visão astuta e habilidosa.

Bem-sucedido na parte profissional, o empresário, apesar de discreto, não esconde a felicidade em sua vida pessoal. Casado com a administradora Mariana Landmann Auriemo, os dois possuem um casal de filhos, Antônio e Olivia, com os quais Zeco se esforça em passar o seu tempo livre e os raros dias de folga da empresa.

Saiba sobre os riscos e benefícios de uma transfusão de sangue

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Ela está entre os 5 procedimentos em que os médicos mais realizam no mundo, e foi feita pela primeira vez no século XVII após uma descoberta do sistema ABO, que originou o conhecimento do que era tipagem sanguínea passando a ter uma grande importância no tratamento de pacientes.

A transfusão salvou milhares de vidas durante as guerras mundiais, e após serem descobertas os efeitos positivos da transfusão, o número de efeitos adversos que podem ocasionar em sérias complicações e a morte diminuíram.

Entre as possíveis complicações de uma transfusão de sangue está a contaminação por doenças infecciosas como as hepatites, infecções bacterianas, o HIV e outros tipos de doenças emergentes como a febre chikungunya. Algumas complicações infeciosas também são um risco tais como as sepse, a imunodepressão e a reativação de algumas doenças autoimunes, edemas pulmonares ou algumas reações transfusionais.

Os avanços na tecnologia dos bancos de sangue nos últimos anos são consideravelmente de qualidade e tem como resultados uma melhora na segurança da transfusão de sangue. Os riscos de erros em uma transfusão por incompatibilidade de sangue ou transmissão de infecções atualmente é menor.

A taxa de transfusão de sangue é elevada e muitas vezes são consideradas os benefícios e os riscos de alguns acontecimentos adversos como, por exemplo, uma transfusão de hemácias que é realizada em 60% dos pacientes que fazem uma cirurgia cardíaca em todo o mundo e 50% dos pacientes de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), 20% do que estão internados em hospitais.

Esse grande número de transfusão poderia ser diminuído se houvesse uma análise mais específica e individualmente das necessidades reais de um paciente e os riscos que ele pode correr no procedimento.

O anestesista John Lundy, da Mayo Clinic em 1942 descreveu alguns critérios para serem seguidos antes de uma transfusão e um deles era que o nível de hemoglobina do um paciente deveria ser por volta de 10 g/dl. Após a evolução da medicina nas últimas 10 décadas os estudos feitos mostraram a eficácia do tratamento com maior restrição de transfusão e o Brasil foi o pioneiro na demostração da pesquisa que foi publicada no JAMA Journal of the American Associacionismo e realizada no InCor.

Outro destaque de avanço nessa área são os produtos da coagulação que serão disponibilizados nos hospitais como tratamento de sangramento e diminuição de exposição a transfusão. Aguardamos a evolução na medicina nos próximos anos esperando que ele traga uma tecnologia na transfusão de sangue e que o ensino seja intensificado nessa área, assim reafirmando um compromisso dos profissionais dessa área e uma redução nas transfusões trazendo novos e melhores resultados para a vida dos pacientes.

Veja também: Sintomas da Hepatite

 

Saiba quais são as principais atrações do parque da Disney em Xangai

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Após vários anos sendo planejado e posteriormente construído, o parque da Disney em Xangai, que foi aberto ao público em 2016, já é considerado um dos melhores do mundo. O local, que exigiu um investimento de bilhões de dólares, é repleto de atrações com os personagens mais populares da marca, o que tem levado milhões de chineses e estrangeiros a visitá-lo.

Entre as atrações e estabelecimentos de maior destaque, estão:

 1) O castelo

O castelo do novo parque da Disney na China é maior que o dos parques tradicionais, que são o Magic Kingdom, em Orlando, e a Disneyland, na Califórnia. A razão disso está no fato do castelo ser utilizado como atração, pois dentro dele existe um grande restaurante e um espaço onde as crianças podem se fantasiar dos seus personagens preferidos da Disney.

2) Labirinto de Alice no País das Maravilhas

Inspirada na versão em live action do clássico Alice no País das Maravilhas, que foi dirigida por Tim Burton, o parque possui uma imensa atração em formato de labirinto, que diverte as crianças e os adultos. Para tornar a experiência ainda mais completa, o local possui um restaurante no qual é possível tomar um chá da tarde, como acontece na história do clássico.

3) Padaria do Ratatouille

Um dos maiores sucessos recentes da Disney Pixar é o filme Ratatouille, e se nos parques dos Estados Unidos não existe nenhuma atração inspirada no desenho, o novo parque se Xangai construi uma padaria inspirada no restaurante do filme, na qual são vendidos pães e doces populares na culinária francesa.

4) Show do Tarzan

Os shows temáticos de grandes sucessos da Disney são atrações que existem em todos os parques de diversão da marca. Para o parque de Xangai, a Disney desenvolveu uma apresentação acrobática inédita inspirada no filme do Tarzan, que se tornou um dos maiores sucessos do local.

5) Vôo de asa-delta pelo mundo

Seguindo a tendência dos simuladores, um dos mais populares do novo parque é um simulador que proporciona uma viagem pelas grandes maravilhas do mundo, com destaque especial para a Grande Muralha da China.

6) Espaço de Star Wars

Aproveitando o fascínio dos chineses pela franquia de Star Wars, existe uma imensa área dedicada aos fãs da franquia. Com uma estrutura ampla e ultra moderna, o espaço possui atrações e lojas com produtos exclusivos, as quais estão sempre lotadas de visitantes.

7) Hotel de Toy Store

Apesar de não ser uma atração propriamente dita, os turistas que vão até o parque podem se hospedar nesse hotel, que foi inspirado nos filmes de Toy Store nos mínimos detalhes, desde a decoração adotada nos quartos, até os corretores e a forma como as áreas comuns foram projetadas.

 

Estudantes brasileiros participam de um projeto oficial da NASA para moradias na Lua

“Um pequeno passo para o homem, um gigantesco salto para a humanidade”, foi esta frase dita para Neil Armstrong quando ele pisou na Lua no dia 20 de Julho de 1969. Na época muita gente não acreditou. 48 anos depois a NASA investe em um projeto para criar um condomínio na Lua, e estudantes brasileiros de Sorocaba, no interior de São Paulo, participam desse próximo passo.

Do primeiro passo na Lua em 1969 vamos pular para 2025, quando os astronautas poderão morar no maravilhoso satélite natural do planeta Terra. Esse projeto de habitações lunares foi criado para a NASA por estudantes de engenharia e de jogos digitais da faculdade Profª Heloisa Wey Beldi, em Sorocaba.

As casas são como as nossas, tem sala, quarto, cozinha, banheiro e até alguns luxos, como uma sala de ginástica. Também por conta da diferença de pressão, as habitações onde podem viver até 4 astronautas, são semelhantes a um iglu, isso é para evitar o surgimento de rachaduras nas paredes. Elas também foram pensadas para resistir a intemperes.

“Lá por exemplo, nós temos um problema muito grande com chuvas de meteoros, então imagina se de repente um meteoro atinge um módulo, imediatamente ele tem que ser isolado, pois ele pode pegar fogo, pode se destruir e ele não pode comprometer o restante”, diz a coordenadora do Projeto, Andréia Braga.

O grupo Brasileiro é o único da América Latina a participar do projeto da NASA, que reuni 14 equipes de universidades de 8 países diferentes. Os alunos desta instituição em Sorocaba, também são os únicos que ainda cursam a graduação, todos os outros participantes são pelo menos mestres ou doutores.

Para esses jovens, o projeto das habitações lunares abriu um caminho para muitos sonhos sobre o futuro:

“Eu gostaria muito de trabalhar na NASA e quem sabe ver essa casa realmente construída lá na Lua, e quem sabe um dia visitá-la, por que não? Isso seria a realização de um grande sonho”, diz o estudante de Engenharia de Computação/Facens, Daniel Braga. “Tudo isso que nós estamos fazendo é um meio caminho para poder chegar em Marte. Então eles não falaram abertamente, mas eles deixaram escapar que a próxima missão seja em Marte”, diz Andréia.

“Nós não estamos mais limitados a superfície do planeta Terra, a humanidade subitamente contemplou durante milhares de anos o céu e o espaço, e agora nós podemos ir a outros astros. Na minha opinião esse é o grande passo que a humanidade deu no seu processo evolutivo”, diz o professor de Astrofísica IAG/USP, Rodrigo Nemmen.

“O projeto Apolo foi mobilizado nos anos 60 por conta de uma corrida espacial entre russos e americanos, mas o que ele deixa pra nós, além de todo o conhecimento, as amostras coletadas, ele deixa uma prova de princípio de qe o ser humano pode mesmo sair da Terra e possivelmente, morar fora da Terra”, diz o jornalista e escritor, Salvador Nogueira.

 

As melhores cidades brasileiras para se morar na terceira idade

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As cidades pequenas se caracterizam pela tranquilidade e pela qualidade de vida que proporcionam a seus habitantes, principalmente para aqueles que já chegaram na terceira idade. Com uma maior expectativa de vida, é natural que os brasileiros acabem buscando, uma vida mais tranquila com o passar dos anos, na sua velhice.

O Brasil, que possui uma extensão continental, com cidades de diversos tamanhos e características diferentes, são encontradas 348 pequenas cidades, que têm uma população de 50 mil a 100 mil. Entre elas, quarenta se sobressaem por apresentar as melhores condições de vida, para as pessoas da terceira idade.

Essas cidades, foram avaliadas seguindo algumas variáveis, como os indicadores gerais, bem-estar, finanças, cuidados com a saúde, habitação, cultura e engajamento e educação e trabalho.

Outro fator levado em conta foi o clima, tirando pontos de cidades que tinham maior incidência de calor, chuvas intensas e baixas unidades do ar.

Quando ocorre uma maior participação dos habitantes que já estão na terceira idade, os procedimentos precisam ser diferentes na elaboração das políticas públicas, que são adotadas no município.

Com esses programas, não só os idosos são beneficiados, como também os outros habitantes, já que transformar as cidades tornando elas, mais acessíveis e com maiores recursos, levam benefícios para uma população inteira, além de atrair maiores investimentos para a cidade.

A cidade que foi considerada a melhor para os habitantes que chegaram na terceira idade, foi São João da Boa Vista (SP), com uma população de 88 mil habitantes.

O estudo revela, que fatores como o baixo número de mortes causadas por arma de fogo, além de 13 unidades para atendimento ambulatorial espalhadas pelos bairros, dois outros hospitais e ainda uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento), foram determinantes para a sua escolha.

A cidade está na 50º posição  no IDHM  (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), e em uma pesquisa conjunta entre a Financial Times e a FGV, ela aparece entre as principais microrregiões paulistas na área da Saúde, ficando com o 6º lugar.

O prefeito da cidade, está pensando em contratar um grupo de pesquisadores, para fazer um estudo sobre a mobilidade urbana, já que o número de mortes por acidentes no trânsito, ainda é elevado.

Em uma parceria com o governo do Estado de São Paulo, a cidade está construindo um centro, que visa acolher idosos cujas famílias, não conseguem oferecer cuidados especiais durante o dia.

O estudo também mostrou, que das 40 melhores cidades para se viver com mais de 60 anos, 30 delas estão localizadas na região Sudeste, enquanto que nenhuma cidade da região Norte e Nordeste, apareceu na lista. O estado de São Paulo concentrou o maior número de cidades, foram 25 entre as mais bem avaliadas.

As melhores cidades foram: São João da Boa Vista(SP), Vinhedo (SP), Lins (SP), Fernandópolis (SP), Tupã (SP), Votuporanga (SP), Lajeado (RS), Itapira (SP), Rio do Sul (SC), Bebedouro (SP), Pato Branco (PR), Jaboticabal (SP), São José do Rio Pardo (SP), Paulínia (SP), Olimpia (SP), Videira (SC), Jaguariúna (SP), Mogi Mirim (SP), Batatais (SP), Avaré (SP), Matão (SP), Capivari (SP), Lavras (MG), Pirassununga (SP), Mirassol (SP), Taquaritinga (SP), Marechal Cândido Rondon (PR), Concórdia (SC), Alfenas (MG), São Roque (SP), Cruzeiro (SP), Ijuí (RS), Esteio (RS), Ibitinga (SP), Montenegro (RS), Itajubá (MG), Francisco Beltrão (PR), Cianorte (PR), Andradina (SP), Farroupilha (RS).

 

Brasil lidera ranking de ativistas mortos nos últimos cinco anos

O número de pessoas assassinadas, que defendiam o meio ambiente no mundo em 2016, aumentou. O Brasil, mais uma vez, lidera esse quadro de violência com 49 pessoas mortas no período. Esses dados foram fornecidos pela organização Global Witness, e mostra que o Brasil, é o país mais perigoso para aqueles que lutam pela proteção do meio ambiente, e pelos direitos relacionados à terra. Em todo o planeta, em 2016, duzentos ativistas da causa de proteção ao meio ambiente, foram mortos.

Billy Kyte, da organização inglesa, declara que eles acreditam que os números podem ser maiores, já que nem sempre as causas das mortes, chegam ao conhecimento do público.

Esses dados são levantados pela Global Witness desde o ano de 2002, e nos últimos cinco anos, o Brasil lidera esse ranking.

A Comissão Pastoral da Terra (CPT), que foi criada em 1975 e era no princípio ligada à Igreja Católica, acredita que o aumento da fronteira agrícola, seja a causa desses dados tristes do nosso país, e que os estados com os maiores índices de violência de 2016, foram o Pará, Maranhão e Rondônia.

Thiago Valentin, da secretaria nacional da CPT, afirmou que além do avanço do agronegócio, as construções de grandes barragens, hidrelétricas e ferrovias, também contribuem para o aumento dessa violência. Esses problemas já existem há muito tempo, sempre se repetindo quando a exploração de forasteiros, acontece sobre os moradores locais.

A CPT, juntamente com a Global Witness, registra as mortes de líderes comunitários, sem-terras, posseiros, indígenas, trabalhadores rurais e quilombolas. No ano passado, o órgão registrou um total de 61 assassinatos, ainda mais do que os números da ONG.

Em pesquisas feitas, o setor do agronegócio irá necessitar nos próximos dez anos, de uma área no total de 15 milhões de hectares para a sua expansão, necessitando assim, de terras que já possuem donos, podendo causar ainda mais violência.

Billy Kyte ainda declara, que no Brasil o lobby do setor do  agronegócio  é muito intenso, e o governo ainda está apresentando um retrocesso em relação a proteção das leis ambientais, causando mais violência com essas medidas.

Em lugares onde a paz estava sendo negociada, como na Colômbia, o ano de 2016 foi o mais violento de todos os tempos para os ativistas. Lugares onde se localizavam os movimentos armados, hoje são alvos das companhias extrativistas, e as pessoas que voltam para os seus territórios, estão sofrendo ataques.

As mortes estão sendo causadas graças aos governos, investidores, empresas e pelas parcerias bilaterais, reforça a Global Witness, e os assassinos precisam ser punidos.