Com bons resultados industria têxtil registra crescimento de 3,5% nesse ano

Em 2017 a indústria têxtil deve encerrar o ano em alta na produção de vestuário de 3,5%, e chegando a uma quantia de 5,9 bilhões de peças. A produção têxtil também deverá mostrar crescimento que chega a 4,2%, um total de 1,77 milhão de tonelada de tecido. O varejo de vestuário, segundo informações da Associação Brasileira de Indústria Têxtil, com o total de 6,71 bilhões de peças vendidas, sendo esse um valor 6,5% maior do que no ano passado. O faturamento do ano passado foi de R$ 137 bilhões, e neste ano, o valor promete chegar em R$ 144 bilhões.

Os investimentos no setor neste ano chegaram a R$ 1,9 milhão, segundo a entidade, gerando 3,5 mil postos de trabalho com um total de 1,48 milhão de pessoas trabalhando no setor.

Ainda esse ano as exportações devem encerrar o ano com 190 mil toneladas, sendo esse um valor 5% menor que no ano passado, porém se consideramos o faturamento, o mercado externo teve crescimento de 1 bilhão de dólares. As importações tiveram aumento na quantidade de 22% e nos valores de 21%, que representa 5,1 bilhões de dólares. As importações de vestuário tiveram um crescimento de 62% chegando a 920 milhões de peças que geraram 1,71 bilhão de dólares.

As expectativas da Associação para o ano que vem é um crescimento de 2,5% em relação a produção de vestuário, 4% na produção têxtil e 5% em relação ao varejo de vestuário. As estimativas da instituição é que o varejo chegue a faturar R$ 152 bilhões com investimentos de R$ 2,25 milhões.

Também existe a perspectiva da geração de 20 mil postos de trabalho no setor para o ano que vem e nas exportações um aumento de 5% tanto em valores quanto em quantidade. Quanto às importações, o percentual deve crescer 10% nos valores e 12% nas quantidades, e na parte de vestuário a espera é de que haja crescimento de 15% nos valores e 10% nas quantidades.

No início do ano, apesar do crescimento na produção, a crise ameaçava o setor, porém ao decorrer do ano só houve crescimento e bons resultados.

 

Inca apoia aumento da tributação do tabaco em audiência pública

Uma audiência pública que trouxe como tema a “Tributação do Tabaco para a Promoção da Saúde”, foi realizada no dia 29 de novembro de 2017 na Câmara do Deputados. A audiência foi promovida em parceria conjunta da comissão de “Constituição e Justiça” e da “Comissão de Seguridade Social e Família”.

De acordo com Tânia Cavalcante, secretária-executiva da Conicq – Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle de Tabaco, que esteve presente durante o debate, a carga de doenças que tem ligação direta com o tabagismo e o custeio disso para a sociedade, são os fatores suficientes para uma carga tributária pesada em cima desses produtos desde sua produção. O objetivo desta carga tributária segundo Tânia, é a inibição do tabagismo com o encarecimento disso para indústria do tabaco.

“O tabagismo é uma doença do cérebro. É uma dependência química, e o grande alvo da indústria é o adolescente. No Brasil, temos uma carga enorme de doenças atribuíveis ao tabagismo, doenças que poderiam não existir, se não existisse o tabagismo. O tabaco causa 57 bilhões de prejuízo ao ano para o Brasil, enquanto a arrecadação com impostos dos produtos derivados do tabaco é de apenas 13 bilhões”, explica Tânia.

A proposta de aumento de impostos sobre a produção e comercialização dos produtos de tabaco, já vem sendo discutida nos Projetos de Lei 4/2015 (complementar) e no Projeto de Lei 513/99, que está em tramitação na Câmara do Deputados. Também o PLC, que instituiu a Cide – Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, incide sobre a produção e distribuição de tabaco e seus derivados em território nacional, para poder custear programas de tratamento voltado às vítimas do tabagismo.

Também participaram da audiência pública, Mônica Andreis, diretora-executiva da ACT – Aliança para o Controle do Tabagismo e Promoção da Saúde; o consultor da CNI – Confederação Nacional da Indústria, Gustavo Madi Resende; e o representante do Sinditabaco – Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco, Delcio Sandi. Prefeitos de cidades produtoras de tabaco também tiveram presentes e também opinaram.

Em nome do Inca – Instituto Nacional do Câncer, Tânia defendeu diante da mesa o uso de recursos obtidos a partir do Cide e o custeio de implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco em todo o Brasil.

 

IBGE aponta que 1/3 das casas no país não possuem esgoto sanitário

O Brasil possui 69,2 milhões de casas, e 23,6 milhões não possuem rede geral de esgoto sanitário, ou seja, 34% da população. Em 29% das casas o esgoto é jogado diretamente em fossas que não possuem conexão com a rede sanitária e nos outros 2% das casas utilizam outras formas de esgotamento.

Os dados são da Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios Contínua, a Pnad, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, em 2016 e divulgadas esse ano.

A análise das regiões mostram uma grande diferença no saneamento básico em algumas regiões do país. No Nordeste do país, apenas 18% das casas são conectadas a rede de esgoto. A utilização de fossas não conectadas a rede chega a 68%, é predominante na região, e as ligadas a rede chegam a 44% das casas.

No Sudeste as casas com ligação à rede de esgoto chegam a 89% e em apenas 8% das casas são utilizados fossas não ligadas à rede. No Sul o percentual de esgoto ligados à rede é de 64% e no Centro-Oeste é de 54% das casas.

Na pesquisa também foi apontado que 97% das casas possuem água canalizada, sendo 85% com abastecimento da rede geral e no Nordeste 33% dos domicílios são abastecidos com água de poço. A média nacional de casas com abastecimento de água de poço é de 2,1%.

A região Norte tem 59% das casas ligadas à distribuição geral, já no Sudeste esse percentual é de 90%.

O IBGE constatou após uma análise de fornecimento de água no Brasil que a média das casas que contam com o serviço é de 87%, sendo que 5% recebem água de 4 a 6 vezes na semana e 5,8% têm o abastecimento de 1 a 3 vezes na semana.

Na região Nordeste as casas que recebem água diariamente são 66%, as que recebem 1 a 3 vezes na semana são de 16%. Na região Norte o abastecimento diário chega a 88% das residências e as que recebem água até 3 vezes na semana são 5,4%.

A região Sul é onde o maior número de casas recebe o abastecimento diário, chegando a 98,1%, em seguida a região Centro-Oeste com 94,8% das residências abastecidas e a Sudeste com 93,3%.

 

JHSF – a empresa de José Auriemo Neto é referência na incorporação imobiliária

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José Auriemo Neto

Com mais de 45 de história, a JHSF Participações já investiu, desenvolveu e construiu mais de 6 m2 em empreendimentos de alto padrão. A incorporadora que tem como presidente do conselho administrativo, o paulistano José Auriemo Neto é uma das mais atuantes do país e que se mostrou referência também na América Latina.

A história

Sua trajetória de sucesso começa em 1972 quando os dois irmãos, Fábio e José Roberto Auriemo se juntam com mais dois sócios para fundar a JHS Construção e Planejamento Ltda. Nos anos iniciais o foco era a prestação de serviços de construção e pouco tempo depois já figurava entre as principais construtoras do país, sempre atendendo a iniciativa privada.

Nessa época era responsável por inúmeras construções e ampliações de agências bancárias em todo país, além de unidades das redes de fast-food McDonald’s. Uma das obras de destaque concluídas pela empresa é o complexo do Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba (BA). Além dele, também construíram a pista de provas da GM Motors em Indaiatuba (SP), bem como a construção e ampliação de shopping centers, entre outras obras de grande porte.

Na década de 90, a JHS ampliou o leque de atuação, buscando a incorporação imobiliária. Foi quando houve uma cisão e a partir daí passou a ser chamada de JHSF e Fábio Auriemo tornou-se o acionista majoritário. E não foi essa a única mudança significativa, uma vez que no fim da década a companhia começou a dar mais importância às incorporações, em especial devido ao mercado de locação comercial que estava em franca expansão.

Neste ela desenvolveu empreendimentos como o Metropolitan Office, na Rua Amauri, considerado um ponto estratégico na cidade de São Paulo.

Os anos se passam e José Auriemo Neto, na época diretor, cria a divisão de shopping centers em 2001. O intuito era o de construir e administrar centros comerciais em todo o país. Um dos primeiros foi o Shopping Metrô Santa Cruz, pioneiro no Brasil a ser integrado a uma estação de metrô.

O Parque Cidade Jardim

Dois ano depois, José Auriemo Neto ocupa a presidência no lugar do pai e continua a surpreender e ampliar os segmentos de atuação da empresa da família. Na época com 27 anos, o executivo mostrou pulso firme e desenvoltura, além de muita ousadia, o que lhe renderam o título de “rei do luxo de São Paulo. O motivo, a construção de empreendimentos voltados para o público de alta renda como o Residencial parque Cidade Jardim, no centro de São Paulo.

A ideia de José Auriemo Neto era de construir em um só endereço um residencial em que os moradores pudessem trabalhar, se divertir, entreter e fazer outras ações sem que tivessem de sair do condomínio. O Parque Cidade Jardim conta com torres residenciais, comerciais, um shopping center de luxo e um hotel. Tudo planejado para que os moradores não precisem percorrer grandes distâncias, evitando o trânsito e a insegurança da cidade.

Além dele José Auriemo Neto também idealizou o Residencial Fazenda Boa Vista, voltado para residências de alto padrão. São mais de 800 lotes e casas em uma área total de 12 milhões de m², localizado no no estado de São Paulo, na cidade de Porto Feliz.

Psicóloga diz que rivalidade entre irmãos contribui para habilidades no futuro

Embora os pais fiquem enlouquecidos com as brigas entre os filhos, um número cada vez maior de autoridades em saúde explicam que o fato deve ser estimulado para que as crianças possam desenvolver habilidades essenciais na vida adulta. Contudo, nem toda briga entre irmãos é saudável, mas algumas desavenças entre eles podem contribuir significativamente para trazer vantagens na vida adulta.

A americana Linda Blair, que é psicóloga infantil, explica que a competitividade que ocorre dentro do núcleo familiar funciona como um treinamento para que a criança saiba se impor na vida adulta. Sendo assim, esse é um momento que as crianças podem explorar para exercitarem certas habilidades, como a empatia, a negociação diplomática e ainda a liderança.

A psicóloga afirmou sobre o caso: “Devemos aplaudir em vez de ficar bravos quando crianças demonstram diferenças entre si, porque é a oportunidade ideal para lhes ensinar algo”. Blair que acabou de lançar seu livro sobre o assunto, “Siblings” (que pode ser traduzido para Irmão em português), explicou que os irmãos devem notar desde sempre que há diferenças entre as pessoas, tanto fisicamente quanto em outras questões, como o intelecto, o emocional e a opinião que cada um tem.

Além disso, a psicóloga aconselha que os pais não julguem o comportamento dos filhos e realizem atividades que incentive as diferenças entre os dois. Ela confirma que: “Vai levar mais tempo, mas será mais eficiente no longo prazo”.

A psicóloga ainda incentiva os pais: “Peça que cada um conte ao outro sua queixa. E, a partir da idade que forem capazes de entender (crianças de dois ou três anos provavelmente não serão), diga: ‘agora quero que você se coloque no lugar do seu irmão. Como você acha que ele está se sentindo?'”.

Blair diz que os pais devem ter paciência e perseverar: “Ainda que, inicialmente, eles não consigam fazer bem esse exercício, vão melhorar com o tempo e aprenderão a coisa mais valiosa de todas, que é a empatia. É uma ferramenta tão poderosa que os pais vão conseguir contornar a briga de um modo que as crianças se sentirão bem”.

 

Ministro Sarney Filho revela que desmatamento na Amazônia teve queda de 16%

O Ministério do Meio Ambiente divulgou recentemente que o Inpe – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, identificou que houve uma redução de 16% no desmatamento na Amazônia no período entre agosto do ano passado a julho deste ano. Segundo o ministro Sarney Filho, do Meio Ambiente, o mesmo período analisado no ano passado (que vai de agosto de 2015 a julho de 2016), registrou uma alta no total de área desmatada na Amazônia. Contudo, a atual queda registrada pode ser vista como um resultado das ações feitas pelo governo, segundo Sarney Filho.

Mesmo que a queda tenha sido registrada pelo Inpe, o total de área desmatada neste ano ainda é muito grande, foram 6.624 quilômetros quadrados desmatados, sendo a maior parte dessa área no Pará e no Mato Grosso, que somaram 2.413 km² e 1.341 km², respectivamente. Já no período que vai de agosto de 2015 até julho do ano passado, o desmatamento total foi de 7.893 km².

Além desses dois estados que contribuíram para as áreas desmatadas na Amazônia, os estados do Amazonas, Acre, Amapá, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins, compõem a Amazônia Legal.

Em um pronunciamento sobre os novos dados coletados pelo Inpe, o ministro do Meio Ambiente disse que o governo foi fortemente caluniado com afirmações de que esforços para conservação da Amazônia teriam sido reduzidos. Segundo Sarney Filho, o governo tem trabalhado com uma realidade diferente onde aumentou as unidades de conservação da floresta. O ministro disse: “Hoje podemos dizer com certeza que não houve nem um retrocesso no que diz respeito à área ambiental na Amazônia”.

O mapeamento realizado pelo Inpe conta com imagens feitas pelo satélite Landsat ou ainda similares para que as áreas desmatadas possam ser registradas e calculadas. As áreas consideradas desmatadas pelo Inpe são aquelas em que a floresta primária foi completamente removida, sem considerar a finalidade dessas áreas no futuro.

Ainda no pronunciamento dos dados, o ministro elogiou o governo federal por ter mantido o Renca – Reserva Nacional do Cobre e Associados. Até pouco tempo, o governo estudava extinguir toda a área do Renca, que compõe a reserva ambiental de minério. Contudo, o decreto foi revogado pelo governo após receber fortes críticas de entidades e ambientalistas que pediram a preservação da reserva mineral.

 

Erradicação da hepatite no Brasil têm prazo estipulado até 2030

O país anuncia o Plano Nacional para Eliminar a Hepatite C até o ano de 2030 com a oferta de tratar todos. As expectativas são de tratar 657 mil pessoas nos próximos anos, de acordo com a meta apresentada na Cúpula Mundial de Hepatites 2017, pelo Ministro da Saúde Ricardo Barros. A World Hepatitis Summit, realizada em São Paulo, reuniu ministros, especialistas e ONGs relacionadas a Saúde para debater a eliminação da hepatite viral no mundo todo.

O Ministro destacou que o projeto de acabar com a hepatite C no país já está em andamento e o país é o primeiro a colocar em prática a proposta que é discutida no mundo todo. No país temos 155 mil pacientes com a doença e mais da metade está tratando ou já tratou a doença. O Ministro também disse que pretende aumentar os testes e diagnósticos da doença com a expectativa de distribuição de 12 milhões de testes em 2018, o dobro dos distribuídos em 2017.

Apesar da estimativa de tratamento ser de 657 mil pessoas, esse número ainda é a metade da meta anterior, que era de 1,6 milhões de casos devido à revisão do número, com a colaboração do Observatório Polaris, da Fundação Center for Disease Analysis, nos Estados Unidos, com a parceria da Organização Pan-Americana da Saúde. O objetivo do Ministério da Saúde é o tratamento de todos os pacientes com diagnóstico da doença, além de incentivar novos para os próximos testes.

As regras atuais permitem o tratamento pelo SUS de casos mais graves da doença, ou seja, as fases 2,3 e 4, dos pacientes com coinfecção pelo HIV e os com comorbidades, tais como doenças renais crônicas e manifestações extra-hepáticas, No Plano de eliminação. Todos os pacientes que tiverem o diagnóstico da doença confirmados, poderão ser atendidos, independente do comprometimento do fígado, a partir do ano que vem. A prioridade será dos pacientes com mais gravidades.

O Ministério da Saúde planeja comprar o tratamento em si e não dos medicamentos, com um preço máximo de 3 mil dólares por tratamento, um valor que chega a metade do gasto atualmente. Os dados da doença de cada município podem ser acompanhadas pelo site indicadoreshepatites.aids.gov.br, que dá as informações de acordo com o município, raça, cor, idade e sexo.

 

Organização Mundial do Turismo apoiará o Brasil em certificações e capacitações

Em reunião, representantes do Ministério do Turismo e da Organização Mundial do Turismo, fizeram negociações para aderir a programas oferecidos pela Fundação Themis, de educação e treinamento profissional. O programa se trata de um avanço da Organização que apoia os estados que são membros para obterem aplicação de políticas públicas e planos de formação relacionados a melhoria, competitividade e sustentabilidade da área. O desenvolvimento e fortalecimento de capacidades técnicas e também o compartilhamento de conhecimento são os principais objetivos.

O secretário executivo do ministério, Alberto Alves, destacou essa como uma oportunidade de trabalho em sinergia com a Organização Mundial do Turismo, em busca de avanços no segmento.  “Podemos caminhar junto na capacitação profissional que é essencial no setor, e a Organização tem uma expertise para compartilhar com a gente”, disse Alves.

Serão três pontos envolvidos na capacitação de servidores, como a certificação de universidades que dispõe de cursos na área e também os órgãos oficiais do ramo. O Brasil poderá definir e indicar à Organização Mundial do Turismo os destinos que serão prioridades no desenvolvimento do processo de orientação.

A iniciativa colabora nas ações desenvolvidas pelo Ministério do Turismo, frisou a secretária nacional de Qualificação e Promoção do Turismo, Teté Bezerra. A secretária diz que a maior preocupação é a inclusão do turismo na agenda econômica e política, a qualificação profissional também está envolvida no Brasil + Turismo.

Algumas ações parecidas já vêm sendo promovidas em países como a Argentina e o Paraguai, e o Brasil servirá de exemplo, ressalta a agente da OMT, Marcela Pimenta. Ela diz que a Fundação e a OMT entenderam que o país é importante no turismo e esse trabalho será uma referência a países que falam a língua portuguesa.

Uma Câmara Temática do Conselho Nacional de Turismo, atualmente discute o texto preliminar da política Nacional de Qualificação no Turismo. O documento contém as diretrizes de informação de jovens e adultos, resultado de um trabalho em conjunto com a Universidade de Brasília submetido a consulta pública.

Pesquisas e seminários realizados em diversos estados envolvendo as propostas, contou com especialistas de 9 instituições públicas de ensino. As prioridades definidas fazem parte do Brasil + Turismo, que é um plano do governo federal para o desenvolvimento do setor.