Legisladores do Texas defendem medida anti-vacinação nos Estados Unidos

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Um debate sobre o projeto de lei no Texas, Estados Unidos, sobre melhorias nos cuidados a filhos adotivos, rapidamente terminou em uma discussão acalorada sobre a vacinação, com um dos legisladores e com a maioria dos conservadores do estado dizendo que vacinas não são importantes para a saúde pública

As forças anti-vacinação finalmente ganharam, votando para impedir que os médicos vacinassem crianças adotivas durante os exames iniciais. Quando um republicano tentou obter uma isenção para a vacina contra o papilomavírus humano, os ânimos explodiram.

O voto significou uma grande vitória para a crescente influência da pequena, mas bem financiada multidão anti-vacinação no Texas, disse um observador político. O professor de ciência política da Universidade Rice, Mark Jones, revelou: “As forças anti-vacinação são um pequeno grupo que detém uma posição excepcionalmente minoritária sobre a eficácia das vacinas, mas está influenciando a política pública”.

O debate ocorreu depois que o deputado Gene Wu, apresentou um projeto de lei para reformar o sistema estadual de acolhimento. Wu parecia surpreso quando os conservadores o questionaram sobre uma disposição que exigia que os filhos adotivos fossem examinados prontamente pelos médicos para determinar se eles haviam sido abusados, negligenciados ou abandonados. “É sua intenção legislativa permitir que eles apliquem vacinas para isso?”, perguntou o deputado Tony Tinderholt.

“Minha intenção legislativa é permitir que os médicos tomem decisões que considerem medicamente necessárias”, disse Wu.

O deputado Bill Zedler, vice-presidente do UFC, introduziu uma emenda para evitar que os médicos ofereçam vacinas para crianças durante os exames, dizendo que a medida “protegeria as crianças de procedimentos médicos que não são pertinentes às suas necessidades médicas imediatas.”

Ele disse que o Estado não deve anular os direitos dos pais em tais casos. Logo, ele foi questionado por Tinderholt – uma disputa entre dois dos conservadores mais firmes do estado. “Se sua emenda não for aprovada, isso poderia ser perigoso para algumas dessas crianças?” Tinderholt perguntou.

As perguntas terminaram quando o deputado Armando Walle, pegou o microfone. Ele questionou os motivos de Zedler e se perguntou por que ele estava injetando um debate sobre a vacina em um projeto de lei sobre a reforma dos serviços infantis.

“Você concordaria que a vacinação é importante para a saúde pública – para a saúde pública em geral?”, perguntou Walle.

“Não, eu não concordaria com isso”, respondeu Zedler.

Walle rebateu: “Então você não acha que as vacinações são importantes?”

“A vacinação é apenas para uma criança”, disse Zedler.

Walle interrompeu: “Mas a vacinação não é apenas para proteger uma criança, obviamente, mas também para proteger o público da propagação de doenças que podem ser fatais.

Autoridades de saúde pública têm enfatizado que vacinas têm evitado 6 milhões de mortes a cada ano em todo o mundo e mudaram fundamentalmente a medicina moderna. Mesmo com todos esses dados, Walle e Zedler continuaram trocando farpas até o final do evento.

Ebola ressurge no Gongo e causa alerta

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Recém-saída de outra epidemia mortal, a República Democrática do Congo se vê agora enfrentando novamente o mortal vírus Ebola. Segundo a Organização mundial da Saúde, desde o último dia 22 de abril três pessoas já foram mortas pela doença, cujo novo surto parece ter se iniciado no nordeste do país, próximo ao vilarejo de Bajo Uele.

Conhecida como Febre Hemorrágica do Ebola, ou mais comumente apenas por Ebola, a doença é causada por um vírus e possui alta letalidade entre seres humanos. Acredita-se que o vírus tenha surgido em primeiro lugar pelo contato de indivíduos tribais com o sangue de animais contaminados, em especial de morcegos, o reservatório natural do vírus. Sua transmissão entre humanos pode ocorrer de por meio do contato direto com fluídos e secreções corporais além de por via sexual. Uma vez dentro do organismo, o período de incubação do vírus pode levar até 21 dias, quando os primeiros sintomas da doença começam a aparecer e somente quando o indivíduo desenvolve sintomas é que ele se torna contagioso para os demais. Os principais sintomas de uma infecção por Ebola são febre, fatiga, dor de cabeça e dor de garganta. Conforme a infecção evolui, vômito e diarreia começam a aparecer, além de mal funcionamento de rins e fígado além de sangramentos internos. Devido a sua agressividade, infecções por Ebola chegam à impressionante marca de 75% de óbitos. Se quiser saber mais sobre o vírus, a doença e possíveis formas de tratamento, visite a página oficial da organização mundial da Saúde (Clique aqui para acessar a página).

A última grande epidemia de Ebola ocorreu entre os anos de 2013 e 2015 e na ocasião deixou mais de 11.000 mortos. A República Democrática do Congo foi um dos países afetados em 2014, tendo um total de 49 mortos. Após vários meses de trabalho intenso e colaboração de vários países, a epidemia de então foi controlada.

A organização mundial da Saúde já está atenta a essa nova ameaça que surge e já está mobilizando esforços para a região com o objetivo de controlar a infecção antes que ela se espalhe no local e possa atingir outros países.

É necessário manter a epidemia controlada pois até o presente momento não há uma vacina comprovadamente eficaz para prevenir a doença e as formas de tratamento conhecidas tem eficácia limitada para evitar as mortes. Devido à evolução rápida da doença uma vez que os sintomas aparecem e a facilidade para a transmissão entre humanos, a Febre Hemorrágica Ebola apresenta-se como uma ameaça real e gravíssima para a saúde global, podendo evoluir rapidamente para uma pandemia se sair de controle.

A /organização Mundial da Saúde conta com colaboração internacional para conter o atual surto.

 

 

A mente criativa de José Henrique Borghi e sua visão sobre o futuro da publicidade

José Henrique Borghi nasceu na cidade de Presidente Prudente, que fica no interior do Estado de São Paulo. Graduado em Publicidade e Propaganda pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas, teve seu primeiro emprego no setor no final da década de 80, mais precisamente em 1989, quando trabalhou na agência Standart Oglilvy como redator. Se destacando rapidamente e tendo outras experiências trabalhando em várias agências de grande renome, como, por exemplo, DM9/DDB, FCB, Leo Burnett e Talent. Com o destaque nessas agências abriu a sua própria, com a parceria de seu sócio Erh Ray, sendo a agência batizada como BorghiErh.

Foi da mente criativa de José Henrique Borghi que surgiu grandes campanhas publicitárias que até hoje são lembradas pelo público brasileiro, tamanho sucesso e repercussão que tiveram. Dentre elas, se destacam a da Sazón feita com o hit “É o amor” da dupla sertaneja Zezé de Carmargo & Luciano e a inesquecível campanha da Parmalat que encantou o Brasil com seus Mamíferos da Parmalat, feita com crianças fantasiadas como bichinhos de pelúcia, cantando jingles que ficaram famosos.

Com a rápida ascensão da agência de José Henrique Borghi e de seu sócio, no mês de dezembro do ano de 2006, a agência foi comprada pela empresa de publicidade Lowe, dessa forma, ele passou a ser presidente, juntamente com o seu parceiro Erh Ray.

Desse momento em diante a empresa ganhou muito mais evidência no mercado publicitário, crescendo tanto dentro do território brasileiro como internacionalmente e, no ano de 2015, a agência se fundiu com o Grupo Mullen e a agência Lowe & Partners, originando a chamada MullerLowe Brasil.

Além disso, José Henrique Borghi é premiadíssimo em sua carreira. Ganhou 7 prêmios no London Festival, 14 Leões de Cannes, 11 premiações no New York Festival, 10 prêmios do The One Show, bem como foi 15 vezes premiado no Abril de Publicidade e 10 prêmios Clios Award. Mas, mesmo diante de todo esse sucesso, não se coloca como um dos mais influentes publicitários do Brasil, afirmando que os que realmente são influentes são Julio Ribeiro, Roberto Duailibi e Washgton Olivetto. “Eu sou esforçado e me garanto”, afirmou o próprio.

O publicitário afirmou em entrevista que vê a nova geração de profissionais da área como desorientados. Segundo ele, apesar da existência de infinitas possibilidades e ferramentas trazidas pela tecnologia, os novos publicitários continuam apegados aos mesmos modelos de criação que ele possuía há 33 anos, quando começou a carreira e tinha apenas aquele material disponível. De acordo com ele, os jovens sofrem uma “síndrome do tudo pode”, ao contrário da antiga geração que virava noite a fio em busca de novas criações.

Vendo as mudanças que estão ocorrendo com o advento da tecnologia e da internet, José Henrique Borghi afirmou acreditar que a internet é o novo formato publicitário e quem não se adequar irá “queimar no inferno da programática”. No entanto, apesar de todas as mudanças no setor, ele acredita que não há nenhuma força poderosa o suficiente de mudança quanto a força de uma boa ideia.

 

 

 

Aprenda a desenvolver um hábito de uma forma simples e prática e comece a ser mais produtivo

A nossa vida passa muito rápido para perdermos tempo com hábitos nocivos. Aprender a eliminar essas práticas prejudiciais para a nossa vida e transformá-las em novos hábitos benéficos não é algo tão difícil assim como você pensa. Esse texto procura apresentar algumas dicas para você conseguir desenvolver um hábito, seja ele qual for, de uma forma simples e prática.

Vá com calma e defina metas alcançáveis

Você quer escrever um livro? Essa meta pode parecer inalcançável, porém, e se você dividir esse grande objetivo em pequenas metas realistas? Esse é o segredo, dividir para conquistar. Se organize diariamente para conseguir escrever um pouco por dia, no final de um determinado período você terá o seu livro pronto.

Você quer aprender um novo idioma? Aprenda dez palavras novas por dia, no final de um ano você terá aprendido 3.650 novas palavras.

Mantenha por perto

Mantenha por perto todo o material que você precisa para conseguir manter o hábito que está querendo desenvolver. Se você quer ir na academia todos os dias, deixe a sua roupa, o seu tênis, tudo aquilo que você precisa para exercer essa atividade próximo da sua cama, dessa forma, ao acordar a primeira coisa que você verá irá lembrá-lo dessa sua atividade diária. Além disso, não dificulte a prática dessas atividades, simplifique, poupe o seu tempo, mantenha tudo por perto.

Antes de começar a aprender o vocabulário de um novo idioma, consiga uma lista das 1.000 palavras mais usadas naquela língua, além disso, busque um site que apresente a pronuncia correta de cada palavra. Um site desse tipo é o forvo. Essa lista, juntamente com a ferramenta de pronúncia fortalecerão esse seu novo hábito.

Faça

É isso mesmo, faça. Nem que seja muito pouco, apenas faça. Você não está disposto a ir na academia, vá nem que seja para fazer apenas um exercício. Esteja presente, mantenha esse hábito. Deixe o seu lado perfeccionista de lado e faça o pouco que você pode fazer.

Motive-se

Se você quer desenvolver o hábito de ir na academia, selecione alguns vídeos motivacionais referentes a esse assunto. Assista documentários como o Pumping Iron (O Homem dos Músculos de Aço). Além disso, siga pessoas nas redes sociais que te motivam.

A mesma dica vale para qualquer novo hábito que você está querendo desenvolver, procure por vídeos, documentários, filmes e livros que mostram pessoas fazendo o que você quer fazer. Eu duvido que você não irá se motivar ao ouvir a história de superação de uma dessas pessoas.

Não se deixe abater pelos seus primeiros resultados, mantenha o seu hábito, fuja do perfeccionismo e vá se aperfeiçoando diariamente.

 

Pretinho Básico, programa de rádio do Grupo RBS, de Eduardo Sirotsky Melzer, ganha da Apple o título de terceiro melhor Podcast do Brasil

Você já ouviu falar no programa de rádio chamado “Pretinho Básico”? Pois saiba que ele ganhou da Apple o título de um dos melhores Podcast do Brasil. O programa, que tem grande audiência, principalmente entre os gaúchos, é transmitido pela Rede Atlântida – marca pertencente ao Grupo RBS, presidido, atualmente, por Eduardo Sirotsky Melzer – e foi o terceiro mais baixado do Brasil em 2016. São mais de 81 mil ouvintes por minuto.
É um belo presente de aniversário, já que no dia 2 de abril, o Pretinho Básico completou a sua primeira década de existência. E quem manifestou o orgulho pelo título dado pela Apple foi o próprio presidente da Rede de comunicação gaúcha, Eduardo Sirotsky Melzer.
Nas redes sociais, o executivo parabenizou o programa Pretinho Básico, bem como os integrantes Alexandre Fetter, Arthur Gubert, Duda Garbi, Luciano Potter, Marcos Piangers, Pedro Smaniotto, Iglenho Bernardes Porã, mais conhecido como Porã, Rafael Menegazzo e toda a equipe do programa, por alcançar o posto de 3º podcast mais baixado em 2016.
O Pretinho Básico integra a categoria de humor do Grupo de comunicação da família Sirotsky e possui duas edições diárias – umas às 13h e outra às 18h. Trata-se de informações sobre o cotidiano, sobre futebol e diversas outros assuntos de forma bem-humorada.
Nos últimos anos, entretanto, o programa apostou no engajamento do público em outras plataformas além do rádio – e os números são animadores, são quase um milhão de seguidores no Facebook, com alcance que supera cinco milhões de usuários, e mais de 400 mil seguidores no Instagram. Como Podcast, o Pretinho Básico está disponível em Soundcloud, aplicativo, Facebook, ao vivo ou gravado.
Podcast
Surgida em 2004, a expressão – atribuída ao ex-VJ da MTV, Adam Curry – refere-se à junção das palavras iPod com broadcast (transmissão via rádio). Ou seja, é uma maneira de se transmitir arquivos de áudio na Internet. Trata-se de uma espécie de programa de rádio virtual direcionado a temas específicos.
Os arquivos podem ser escutados em diversos dispositivos – como por exemplo, computadores, notebooks, celulares, tablets, entre outros. É comum que, através dessa mídia, autores disponibilizem listas com músicas e expressem suas opiniões sobre os mais diversos assuntos.
Engajamento
Quando o assunto é engajamento e interação com o público, a Rede de comunicação de Eduardo Sirotsky Melzer tem se esforçado bastante. Um dos exemplos mais recentes é o aplicativo chamado “Pelas Ruas”, lançado no dia 23 de março, pelo Grupo RBS, para facilitar que a população da Grande Porto Alegre faça suas reclamações a respeito dos problemas da cidade. A iniciativa é uma parceria entre as marcas da Rede – RBS TV, Zero Hora e Rádio Gaúcha.
A Rede de Comunicação gaúcha e Eduardo Sirotsky Melzer
O Grupo RBS – conglomerado de mídia brasileiro – foi fundado em 31 de agosto de 1957 por Maurício Sirotsky Sobrinho. Eduardo Sirotsky Melzer alcançou a presidência da Rede de comunicação em 2012 e, em 2015, a presidência do Conselho de Administração da companhia.

Atualização- 22 de Junho de 2017

O executivo Eduardo Sirotsky Melzer, foi indicado mais uma vez nomeado pelo Cambridge Institute for Family Enterprise, como um dos 17 líderes para se acompanhar no ano de 2017, figuram essa lista, importantes e influenciadores líderes de negócios empresariais e de filantropia familiares pelo mundo. Essa já é a terceira indicação seguida do empresário pelo instituto que seleciona, através de uma equipe especializada e conduzida pelo professor e doutor da Harvard Business School, John Davis, os integrantes dessa lista.

 

Os aliens inteligentes já viviam em nosso sistema solar?

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Será que o nosso sistema solar já abrigou uma civilização avançada diferente da nossa – talvez aquela que antecedeu a humanidade por centenas de milhões de anos antes de ser aniquilada por um impacto de asteroide ou algum outro cataclismo?

Não há nenhuma evidência para um tal pré-humano espécie indígena tecnologicamente desenvolvido, embora os povos estivessem especulando sobre um desde épocas antigas. Mas um cientista espacial respeitado aponta em um novo jornal provocativo que, se a existência de alienígenas inteligentes não foi estabelecida, nunca foi descartada.

E se uma raça de aliens inteligentes e talvez espaciais fizeram a sua casa em nosso sistema solar, vestígios de sua civilização perdida ainda poderia estar lá em algum lugar no sistema apenas esperando por nós para encontrá-los.

Pelo menos é o que o cientista, astrofísico do Penn State, Dr. Jason T. Wright, argumenta no documento, “Prior Indigenous Technological Species”. O artigo foi publicado no ArXiv em 24 de abril de 2017.

Que tipos de traços Wright tem em mente? Ele não está dizendo que podemos desenterrar ossos fossilizados de alienígenas. Em vez disso, ele está falando de “tecno-assinaturas”. O termo abrange uma série de possíveis artefatos, incluindo ruínas arqueológicas e antigas operações de mineração, bem como produtos químicos sintéticos ou isótopos nucleares que poderiam ter sido criados apenas por processos tecnológicos.

Wright argumenta que se uma espécie indígena tecnologicamente anterior existisse em nosso sistema solar, poderia ter surgido na Terra ou em uma “pré-estufa” em Vênus, ou em Marte, quando ainda tinha água corrente nesses planetas.

Mas é improvável que encontremos quaisquer artefatos dessa espécie na Terra, diz ele, porque a erosão superficial e as placas tectônicas em nosso planeta, provavelmente as teriam apagado há muito tempo (ou mudadas de forma tão dramática que talvez não as reconheçamos como produtos tecnológicos).

Da mesma forma, qualquer artefato deixado em Vênus provavelmente teria sido destruído há muito tempo pela atmosfera dura e violenta do planeta há centenas de milhões de anos atrás. No entanto, se alguma das legendas tecnológicas foram deixadas em Marte, Wright acredita que ainda possam existir. Mas, dada a espessa poeira do planeta vermelho, ele escreve que “é improvável que artefatos possam ser óbvios a partir de imagens espaciais, ou mesmo do tipo de sondagem superficial realizada pelos vários rovers marcianos”.

Em outras palavras, só porque os orbitadores e os rovers que enviamos a Marte não mostram nenhuma tecno assinatura não significa que eles não estão lá. Eles podem simplesmente estar deitados profundamente sob a superfície. Outros lugares para procurar por tecno assinaturas incluem nossa lua (novamente, provavelmente sob a superfície) e as luas rochosas e asteroides do sistema solar exterior.

E como Wright disse à NBC News MACH em um e-mail, pode até haver “grandes estruturas flutuando livremente no espaço” – algum tipo de estações espaciais deixadas por essa hipotética civilização.

O que outros especialistas fazem das ideias de Wright? Dr. Paul Horowitz, professor de pesquisa de física e engenharia elétrica na Universidade de Harvard e especialista em pesquisa de inteligência extraterrestre (SETI), elogiou o papel como “muito bom”, mas lançou dúvidas sobre a noção de que nosso sistema solar poderia ter sido o lar do tipo de espécie que Wright discute.

“Se eu tivesse que adivinhar, eu diria que é altamente improvável, mas não impossível, que uma civilização antiga existisse – provavelmente ainda mais improvável que nós nunca encontraremos evidências”, disse Horowitz à MACH em um e-mail.

Em um e-mail separado para a MACH, o Dr. Neil deGrasse Tyson chamou as ideias de Wright de “intrigantes”, mas acrescentou com uma medida de subavaliação que os esforços para confirmar a existência de outra espécie tecnológica caseira “exigiriam mudanças substanciais em nossos orçamentos de exploração espacial.”

O próprio Wright não está realmente pedindo um novo esforço maciço para procurar provas da espécie hipotética. Mas ele espera que seu trabalho tenha um impacto na maneira como os cientistas pensam sobre a possibilidade de uma vida inteligente antiga em nossos “bosques”cósmicos.

“Eu gostaria que as pessoas que pensam sobre a Terra antiga – arqueólogos e paleontólogos – considerem como podemos descartar uma espécie tecnológica indígena anterior”, disse ele. “Antes do tempo [geológico] temos certeza de que não havia vida complexa, nenhuma tecnologia, na superfície da Terra? Eu sinto que cientistas planetários podem nos dizer quão velhos são as superfícies de Vênus e Marte.”

 

Veja também: Eram os deuses astronautas?

 

Por que os homens não têm ossos no pênis?

Os chimpanzés têm. Os guaxinins os têm. As morsas têm com dois metros de comprimento. Então por que os homens não têm ossos no pênis? Pesquisadores britânicos acham que estão mais perto de uma resposta. “A monogamia pode ter acabado com o osso do pênis”, disse Matilda Brindle, do University College de Londres, que liderou o estudo.

Não é precisamente a pergunta que a equipe estava tentando responder. Eles estavam esmagando números e tentando descobrir exatamente quando e por que o osso do pênis – cujo nome científico é baculum – evoluiu. “Descobrimos que evoluiu pela primeira vez após a divisão de mamíferos placentários e não placentários, cerca de 145 milhões de anos atrás, e antes de cerca de 95 milhões de anos atrás”, disse Brindle.

Nem todos os mamíferos têm um, e mesmo dentro de espécies estreitamente relacionadas pode variar. Chimpanzés e bonobos, os parentes mais próximos que os humanos têm, ambos têm baculum. Mas os humanos não. “Achamos que tem a ver com a competição entre os homens”, disse Brindle.

O baculum torna mais fácil para os machos terem relações sexuais. “O baculum suporta e protege fisicamente o pênis do macho e auxilia a transferência de sêmen para o colo do útero”, escreveu a equipe de Brindle. Eles vêm em muitos tamanhos e formas diferentes, também. “Os esquilos de terra americanos têm um baculum de quatro pontas, que é realmente, realmente adorável”, disse Brindle.

Mas deve haver algum custo para ter um, ou então cada animal macho teria um, e claramente todos eles não. Brindle não tem certeza do que custaria. Em espécies que enfrentam muito do que é chamado mate concorrência, os machos têm muitas vezes maiores testículos para que eles possam fazer mais esperma e tentar competir com os rivais. “Os testículos de chimpanzé são realmente do tamanho de seus cérebros. É incrível”, disse Brindle.

No entanto, os testes de tamanho de baculum não parecem estar relacionados, a equipe relatou. Às vezes, na ciência, a hipótese não se revela verdadeira. No entanto, ela parece estar ligada ao que é conhecido como “intromissão prolongada” – cópula estendida. Ele mantém a mulher ocupada até que o esperma pode chegar onde deveriam estar – em seu caminho para fertilização. Os lêmures se acasalam por até uma hora de cada vez – disse Brindle.

E todos os outros primatas parece ter um, exceto para os seres humanos e macacos do Novo Mundo. Então, por que os humanos perderam os deles? Provavelmente porque não precisam de um, disse Brindle. “O homem médio pode ejacular ou ejacular dentro de dois minutos de penetração”, disse ela.

Isso não é particularmente rápido em comparação com o chimpanzé notoriamente promíscuo, que pode ser feito em segundos. Mas os seres humanos têm algo que os chimpanzés não fazem: o casamento. A maioria das sociedades humanas são monogâmicas, ou, se múltiplos companheiros são permitidos, é um homem que tem permissão para acasalar com mais de uma mulher. Portanto, eles não precisam se preocupar tanto com a concorrência mate.

“Depois que a linhagem humana se separou de chimpanzés e bonobos e nosso sistema de acasalamento mudou para a monogamia, provavelmente depois de 2 milhões de anos, as pressões evolutivas fazendo com que o baculum provavelmente desaparecesse”, disse Kit Opie, antropólogo do University College de Londres.

“Este pode ter sido o último prego no caixão para o baculum já diminuído, que foi então perdido em seres humanos ancestrais.” Ela está trabalhando para seu PhD. “É sobre a evolução da masturbação”, disse ela. “Isso é possivelmente ainda mais controverso do que os ossos do pênis”, disse. “Mas se o que estou estudando pode fazer as pessoas pensarem sobre como a evolução funciona, então isso é bom”, afirmou Brindle.

 

Previsto para 2019, novo Indiana Jones é adiado para julho de 2020

 

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O quinto filme do arqueólogo foi confirmado pela Disney no último dia 25 de abril

Harrison Ford e Steven Spielberg retornam como o astro e o diretor de Indiana Jones, quinto filme da saga que, até então, era previsto para 2019, mas acabou adiado para julho de 2020.

A LucasFilm, empresa de George Lucas, foi comprada pela Disney, em 2012, e já lançou “Star Wars – O Despertar da Força”, “Rogue One”, e ainda há “Os Últimos Jedis”, com previsão para dezembro de 2017. Nessa lista, encontramos Harrison Ford, mais uma vez, dando vida ao personagem que o imortalizou como um dos maiores heróis do cinema. Alan Horn, presidente da Disney, disse, em um comunicado, que é raro uma combinação tão perfeita como essa, entre diretor, produtores, ator e papel, e que não vê a hora de embarcar nessa aventura com Harrison Ford e Steven Spielberg.

Sequência com Shia LaBeouf foi pensada, mas longa decepcionou

Em 2008, foi lançado o filme “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” com Shia LaBeouf, interpretando o filho de Jones. Era esperado que o jovem ator desse continuidade à franquia, tornando-se o novo Indiana Jones, mas o longa não foi bem recebido, e a ideia (quase) abortada.

Ainda assim, os produtores Kathleen Kennedy e Frank Marshall garantem que o novo filme trará jovens atores como no anterior, mas Harrison Ford continuará sendo o bom e velho Indy.

Diretor afirma que não matará o personagem no final

Uma preocupação dos fãs é que, depois do que aconteceu com Han Solo, personagem de Harrison Ford em O Despertar da Força (2015) – da franquia Star Wars – , o diretor Steven Spielberg queira dar um fim em Indiana Jones no quinto filme da franquia.

O diretor deixou claro, em entrevista a The Hollywood Reporter, que não matará o personagem de Harrison Ford, e que o longa será feito diretamente para fãs.

Apesar da Disney ter comprado a LucasFilm, a empresa de entretenimento precisou aceitar um acordo com a Paramount – estúdio original de Indiana Jones – para que ela pudesse ter direito sobre essa franquia; a Paramount manteria os direitos sobre os quatro primeiros longas e uma participação nos lucros em produções futuras.

 

 

Blockchain é uma nova tendência tecnológica

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Quando um usuário está fazendo uma verificação de suas informações para poder ter acesso a diferentes operações como gerenciar, vender, guardar ou proteger bens digitais o processo que gera uma confiança na transação de informações sem que seja necessário um terceiro envolvido, está dentro da definição da tecnologia do blockchain.

A tecnologia do blockchain é denominada por especialistas como “protocolo de confiança”, pois existe uma rede global de dispositivos que é usada para registrar e validar qualquer forma de transação com segurança e rapidez, o que torna menos burocrático todo o processo pois será eliminada a necessidade de instituições que atuam como intermediárias nessas operações.

Na prática o blockchain segue alguns passos para tornar uma transação válida. Se uma pessoa precisa enviar dinheiro para outra, essa operação é armazenada em um “bloco” virtual, é preciso que cada bloco seja aprovado por uma rede descentralizada para que seja possível fazer a verificação que pode validar ou não aquela transação através do uso da criptografia. Se a transação for validada o bloco referente a operação receberá um sinal de aprovação, com esse sinal o bloco se encaixará em uma cadeia de blocos do histórico de transações do usuário, então quando a rede aprova a transação financeira, ela será finalizada de uma maneira descomplicada e ágil.

Com a moeda virtual Bitcoin o blockchain está se tornando cada vez mais importante para apoiar transações financeiras. Há décadas existem pesquisas a respeito do tema, mas foi quando as pessoas começaram pela primeira vez a fazer transações financeiras sem a necessidade de intermediação de um banco que essa tecnologia passou a ganhar mais destaque.

Os bancos que perceberam a importância do blockchain não se deixaram levar pela desconfiança inicial que havia sobre essa tecnologia. No ano de 2015, várias instituições financeiras se uniram para colocar em prática o plano de desenvolver um sistema que tem sua base no blockchain, esse projeto tem a denominação de R3 e é de uso exclusivo para bancos.

Os bancos brasileiros começaram um estudo do blockchain de forma independente há alguns anos, porém no ano passado a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), iniciou um estudo sobre a tecnologia com diversos bancos como Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, Itaú e Santander, que inclui a Bolsa de Valores e o Banco Central.

Segundo estudo realizado pela empresa Accenture que se baseia em análises de custos de oito dos dez maiores bancos de investimento do mundo, será possível economizar com gastos de infraestrutura um valor de 8 a 12 bilhões de dólares por ano até 2025. A pesquisa foi realizada em parceria com a empresa de análise McLagan, e gerou um relatório que traz uma estimativa realista dos benefícios econômicos do blockchain nos custos dos maiores bancos de investimento no mundo.

 

Luciana Lóssio endossa voto de Herman Benjamim e Partido Verde perde vinte minutos de propaganda política, entenda

A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luciana Lóssio, primeira mulher a assumir o cargo no Tribunal que rege a Justiça Eleitoral brasileira em outubro de 2011 reiterou sua posição como defensora da participação feminina igualitária na política brasileira e na posse de cargos públicos.

A ministra Luciana Lóssio endossou o parecer do ministro Herman Benjamim em punir o Partido Verde (PV), legenda conhecida a partir da segunda década do século XXI por suas expressivas campanhas presidenciais, a perder vinte minutos de Propaganda Eleitoral por perceber ausência de participação de mulheres nas anteriores campanhas políticas a que tem direito o partido, em cadeias de rádio e televisão.

A ministra brasiliense concordou com o paraibano Benjamin no que esse, em seu parecer final, destacou ser o Partido Verde digno de tal pena pelo fato da Constituição Federal de mil novecentos e oitenta e oito pelo artigo quarenta e cinco de sua emenda 9.096, de mil novecentos e noventa e cinco,em que fica estabelecer um mínimo de 10% do tempo total que cada partido dispõe para suas campanhas para difundia a participação feminina nas campanhas políticas.

Parecer de Herman Benjamin

Em seu posicionamento, Herman Benjamin pontuou que o Partido Verde restringiu suas campanhas somente ao enaltecimento da igualdade de gêneros, saindo da intenção inicial da lei. Falou o ministro: “[A Lei refere-se a]participação da mulher na política e não à igualdade da mulher em relação a direitos de toda natureza”.

“Nós perdemos para todos os demais países. É algo inacreditável considerando a posição do nosso país, que está entre as dez maiores economias do mundo”, destacou Luciana Lóssio, conselheira também do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) desde Dois mil e quatorze. A ministra é conhecida por defender um maior posicionamento da mulher brasileira frente a política, opinando num debate entre seus pares merecerem as mulheres metade das vagas nas câmaras legislativas, em suas esferas Federal, Estadual (Deputados) e Municipal (vereadores): “Infelizmente, as mulheres ainda necessitam de políticas afirmativas para alcançar a igualdade de gênero, objetivando eliminar as desigualdades historicamente acumuladas”, destaca a também juíza e advogada Luciana Lóssio, que já havia afirmado ao julgar um recurso do Partido Progressista (PP) em que esse perdeu dez minutos de seu tempo de campanha “Se o partido tem direito a veicular propaganda partidária gratuita, devendo reservar pelo menos 10%, repita-se, pelo menos 10%, para promover e difundir a participação da mulher no cenário político, e não o faz, a referida propaganda é ilícita! Ou seja, o ilícito corresponde ao tempo total que deveria ter sido observado pela legenda para o cumprimento da regra”.

Trajetória

Luciana Lóssio é formada em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB),em Mil novecentos e noventa e nove, onde já foi professora de Direito Eleitoral, pós graduada em Ordem Jurídica e Ministério Público, integrante da Associação de Magistradas Eleitorais Ibero-Americanas do Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral (IBRADE), Assessora Jurídica na Procuradoria Geral da República de Mil novecentos e noventa e nove Dois mil e seis, praticante de hipismo em seu tempo livre.